11    ago 201411 Comentários

Avós, pais da história familiar

Bisavós de Dado Moura

Hoje tenho o prazer de trazer aqui para o blog um texto muito bonito, escrito por Dado Moura, falando dos relacionamentos entre filhos, pais e avós. É um texto bastante atual, que toca, por exemplo, nas problemáticas da educação nos dias de hoje. Quem é que fica com as crianças quando os pais trabalham fora? Se os avós cuidam quem é que educa de verdade? A palavra do pai e da mãe vale mais do que a do avô e avó?

Obrigada, Dado, pelo belíssimo texto e por autorizar a divulgação com os leitores de MyHeritage! Boa leitura a todos!

"Através dos causos de família; narrados ao ritmo da (o) vovó (ô), passamos a conhecer a história dos nossos pais quando crianças.

Da mesma maneira que a presença dos pais é importante na vida dos filhos, a participação dos avôs na vida dos netos não poderia ser diferente. Embora a minha infância tenha ficado para trás há muito tempo, as lembranças das coisas que meus avôs me fizeram são tão vivas na minha memória, como se tivessem acontecido ontem.

Muitas pessoas alcançaram larga expectativa de vida e com isso conseguiram conhecer os filhos da sua segunda ou até de sua terceira geração. Com tanta experiência de vida, os avôs acabam vivendo algumas dificuldades de convivência, não com a nova geração, mas com os pais de seus netos. Os conflitos entre os adultos podem ser estressantes quando os avôs, na intenção de estar fazendo o melhor para os netos, interferem na educação aplicada pelos pais aos seus filhos. Mesmo que os compromissos dos pais sejam grandes, não cabe aos avôs assumir a responsabilidade outorgada aos pais.

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18    mar 20140 Comentário

Pais são tão importantes para o desenvolvimento dos filhos quanto as mães!

Com o passar dos tempos mudou muito o papel dos pais na vida de um filho. Sabe-se hoje que o papel dos pais na educação das crianças é essencial e que um bom relacionamento entre o pai e os filhos tem um efeito muito positivo na vida dos mesmos, especialmente durante a sua infância.

Imagem: its4families.com

Há não muito tempo atrás seria para muitas famílias impensável que os pais pudessem ajudar na cozinha, com os filhos ou com os trabalhos domésticos. Hoje em dia, no entanto, está ficando cada vez mais comum que os homens também participem ativamente na educação de seus filhos e na manutenção da casa. Ainda não chegamos aos patamares europeus, em que alguns maridos ficam em casa cuidando dos filhos nos primeiros anos de vida, enquanto suas mulheres fazem carreira. Mas quem sabe as surpresas que os próximos anos nos trarão, não é mesmo?

Atualmente, os pais  brasileiros têm direito a cinco dias de férias após o nascimento de seus filhos, mas já há alguns pioneiros no Brasil (como a empresa Google ou um escritório de advocacia em São Paulo), que concedem 30 dias de benefício aos seus funcionários. Em Portugal a licença obrigatória do pai é de 10 dias, mas a licença "maternidade" (que por lá se chama licença parental) pode ser dividida entre o pai e a mãe e dura até 120 dias (com pagamento total do salário), podendo aumentar até 180 dias (com 83% da remuneração).

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6    dez 201316 Comentários

A força de um bom dia

Não sei se é o Natal, ou se é uma daquelas necessidades humanas básicas, mas fato é que em maior ou menor grau, todo mundo precisa de atenção. E não é só a atenção dos amigos, do marido, dos filhos ou dos pais. Queremos atenção em geral. Queremos chegar em uma loja e contar com um sorriso no rosto, queremos que as pessoas que nos atendam sejam simpáticas e prestativas. Queremos, por assim dizer, a boa e velha educação.

Mas e o que querem aqueles que nos atendem? Os que sorriem para nós e não recebem nem um olhar em troca, os que nos dizem bom dia e são bombardeados com perguntas, ordens ou pedidos? Não quererão estes também uma contrapartida?

Não é de surpreender que a resposta seja sim, que isto é exatamente o que o outro lado espera.

No final de semana passado eu estava em uma feira, comendo pastel, sentada num banquinho, do lado da barraca. Estava sozinha, sem celular ou algo que pudesse prender minha atenção e estava esperando meus pais chegarem. Então, comecei a observar a conversa de duas das moças que trabalhavam na barraca. Uma perguntava à outra: e aí, já ganhou um hoje? E a outra, só dois.

Imagem: http://www.flickr.com/photos/cbnsp/

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18    out 20133 Comentários

20 conselhos para pais de meninas

Recentemente o meu colega do blog espanhol publicou uma lista muito bonita de conselhos para pais de meninas. Eu, mãe de duas lindas meninas, não pude resistir e tive que compartilhar esta lista aqui com vocês.

Estas ideias foram tiradas do blog de Michael Mitchell, um papai de trinta e poucos anos, autor de "Life to her years", que busca, como o título em inglês já sugere, dar mais vida aos dias de sua garotinha.

Esta lista já está famosa na rede, mas, para aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de lê-la, ficam aqui seus vinte conselhos para os papais tornarem ainda mais especiais, os momentos com suas filhas.

1- Ame a mãe da sua filha. Trate-a com respeito, honra e demonstre todo o carinho que tem por ela tanto em público, quanto em particular. É bastante provável que sua filha cresça e procure um homem que a trate como você trata a sua mãe. Então dê o exemplo certo.

2- Seja e esteja presente. Os momentos inesquecíveis não acontecerão se você não dedicar o seu tempo à sua filha. Desenvolva um interesse genuíno pelas coisas que ela gosta. Ela precisa que você se envolva em cada passo da sua vida, não fique de braços cruzados enquanto o tempo passa.

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12    out 20130 Comentário

Dia da criança é dia de brincar!

Tenho lido em  vários outros blogs e páginas da internet um verdadeiro manifesto a favor da infância. Uma infância, diria eu, como a nossa ou a dos seus pais talvez tenha sido. Uma infância em que os valores residiam mais no ser do que no ter.

Não vou dizer que na minha infância a vontade de ganhar um brinquedo no dia das crianças não existia. É claro que a vontade estava lá e, também, muitas vezes, a realização deste desejo. Eu passava dias e dias sonhando com os brinquedos que iria ganhar neste dia. Fazia listas, negociava com minha mãe, trocava desejos de ordem: "tá bom, então isto eu quero no dia das crianças e aquilo no Natal", reconhecia que não dava para ganhar tudo o que eu queria e com meus pais aprendi muito cedo o conceito do que era supérfluo e do que era necessidade.

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9    abr 20130 Comentário

Tempos Modernos

Algumas coisa mudam e quase ninguém percebe que mudou.

Muitas vezes esta percepção vem após as oportunidades de se evitar as mudança já ter passado do limite.

É meu costume, almoçar em um agradável restaurante bem próximo de minha casa.  Ele está situado dentro de um Shopping Center e atrai muita gente nos horários de almoço e do jantar.

Aconchegante, com mesas grandes,faz com muitas famílias se sirvam do ambiente. Hoje um fato curioso me chamou a atenção.

Logo após eu me sentar, chegou uma família, mãe e 3 filhos jovens, não devia ter mais do que 14 anos o mais velho. A mãe devia estar voltando da tarefa de buscá-los na escola, pois os três estavam uniformizados.

Pelo celular, a mulher conversava com o marido, um dos garotos também estava ao celular.

Sentaram-se e conversavam e falavam muito alto, o que me chamou a atenção. A mãe fez o pedido para ela e os garotos se levantaram, saindo do restaurante avisando que iriam comer em outro lugar. A mulher ficou sozinha, ainda conversando com o marido pelo celular.

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