28    nov 20132 Comentários

Usuário contando sua história: Helio Dansa

Hoje vamos contar aqui no blog a história de um dos nossos usuários: Hélio Dansa.

Hélio, de 76 anos de idade, prefere não divulgar a sua foto pessoal, mas compartilhou conosco histórias muito especiais da sua família. Ele é casado há 55 anos e foi Recruta da Polícia Militar aos 17 anos. É ex-aluno da Escola Preparatória de Cadetes do Ar, em Barbacena, MG, foi securitário por muitos anos, e hoje é Corretor de Seguros. Na sua extensa lista de ocupações e títulos destaca-se ainda a pós-graduação em Direito Imobiliário pela FMU e o fato de que é advogado militante em Campinas, SP, há mais de 20 anos.

Helio ainda não conseguiu descobrir muita coisa em relação ao seu lado paterno, mas há 50 anos pesquisa a sua história familiar e no ano passado ele descobriu o site de MyHeritage. Ele chegou até Barcelona, na Catalunha, província hoje separatista da Espanha e encontrou o seu sobrenome no aeroporto de Barcelona -  El Prat de L'Obrigat.

Escudo de El Prat de Llobregat

"De meu avó paterno, Estevam Dansa Prat, nascido em Madrid, Espanha, tenho uma foto de família, mas não o conheci pessoalmente, porque faleceu antes de meu nascimento. Como tenho 76 anos de idade, certo que ele chegou ao Brasil bem antes disso. Além da foto, tenho um baú de ferramentas com as iniciais E. D. inscritas num losango de latão. Coincidentemente, o losango figura no brasão da cidade de El Prat, onde fica o aeroporto de Barcelona, na Catalunha. "

Seu avó, um carpinteiro, nasceu em Madrid e veio para o Brasil trazendo um parque de diversões de sua propriedade. Casou-se com Teodolina Barbosa, que não recebeu o sobrenome Prat, mas apenas Dansa. Foi ela quem lhe deu o nome de Helio. Sua mãe queria Paulo, nome que foi dado, posteriormente, ao filho de Helio.

Helio pode constatar que a música é uma constante na sua árvore genealógica e são vários os episódios com veia musical.

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25    nov 20132 Comentários

Dicas genealógicas: Estatísticas

Você já conhece a área das estatísticas do seu site de família? É uma área cheia de detalhes interessantes sobre sua árvore genealógica, com informações do tipo qual é a expectativa média de vida dos seus familiares e quantos filhos cada família costuma ter. Nós analisamos os dados da sua árvore genealógica inteira para gerar 45 tipos de estatísticas diferentes.

Eu mesma descobri coisas bem interessantes sobre minha família com a ajuda das estatísticas familiares. Por exemplo, os nomes mais comuns da minha árvore genealógica são Celso para os homens e Maria Lúcia para as mulheres. E a pessoa que mais viveu na minha árvore genealógica vem da família do meu marido, na verdade. A sua avó materna viveu 105 anos! E era exatamente 100 anos mais velha que a bisneta, a minha filha Sophia. Uma nasceu em 1907 e a outra em 2007.

Aqui está um mapa mostrando locais de nascimento da minha árvore familiar:

Exemplos de estatísticas. Clique para ampliar.

Para verificar as estatísticas da sua família é muito fácil: É só clicar na aba "Árvore" e depois em "Relatórios" para poder abrir as estatísticas.

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22    nov 201331 Comentários

5 coisas que seus avós faziam e que você não sabe fazer

#piccshare_pic_options, #piccshare_pic_options > *, #piccshare_tint, #piccshare_logo { border-radius: 0; -moz-border-radius: 0; border: none; margin: 0; padding: 0; }Você já parou para pensar nas coisas que seus avós faziam, mas que você não faz mais pois a prática se tornou desnecessária com o tempo, ou por você não fazer a mínima ideia de como fazê-lo? Hoje listamos aqui 5 destas habilidades perdidas com o tempo! Mas podemos e queremos aumentar a lista. Então, se se lembrar de alguma outra coisa é só dizer!


1- Habilidade para escrever longas e frequentes cartas, escritas à mão! Concorda que nos tempos de e-mail e celulares esta é uma habilidade quase em extinção?

Cartas

Quantos de vocês ainda escrevem cartas à mão e as enviam pelo correio? Minha mãe, para citar um exemplo real e próximo, só escreve emails ou manda mensagens de texto pelo Whatsapp. E estes dias tentei explicar pra minha filha o funcionamento do correio, ela achou um absurdo que vão vários dias para uma carta chegar da casa da madrinha até a nossa.

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20    nov 20130 Comentário

Dia da Consciência Negra

Pintura de Antonio Parreiras retratando Zumbi, morto em 1695. Fonte: Wikipedia.

Hoje é o Dia da Consciência Negra, um dia de reflexão que foi instituído no Brasil há pouco tempo, porém não é considerado feriado para muitas cidades do país. Este dia foi escolhido para coincidir com a data de falecimento de Zumbi dos Palmares - o último dos líderes do Quilombo dos Palmares.

Mas, apesar de não ser um feriado nacional, é um dia para pensarmos um pouco mais. Para refletirmos sobre a desigualdade na nossa sociedade e para relembrarmos do nosso passado e dos nossos antepassados. Passado um pouco inglório, se lembrarmos que o Brasil foi o último país ocidental a abolir a escravatura. Um título nada honroso para nós.

Ao analisarmos o Censo de 1872 (o único do período colonial a incluir a população de escravizados), do total de 10 milhões de habitantes 58% dos residentes no país se declaravam pardos ou pretos, contra 38% que se diziam brancos. Os estrangeiros somavam 3,8%, entre portugueses, alemães, africanos livres e franceses. Os indígenas perfaziam 4% do total dos habitantes (Fonte: http://www.palmares.gov.br/).

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18    nov 20131 Comentário

A primeira moeda do Brasil: O Ducado do Brasil

Temos o prazer de reproduzir aqui no blog um post muito interessante, escrito por Eudes Bezerra para o site Museu de Imagens. Eudes conta um pouco de uma parte pouco conhecida da História do Brasil através da Numismática.

Boa leitura!

Ducado (Florim) do Brasil. Acervo Itaú Numismática, São Paulo, Museu Herculano Pires. Via: CFNT.

Durante o período conhecido como Invasão ou Domínio Holandês (1630 – 1654), o Brasil viu seu nome impresso pela primeira vez em uma moeda: o Ducado do Brasil (popularmente chamado de Florim do Brasil). O fabrico da moeda pelos holandeses nos ajuda a contar um pouco dessa parte pouco conhecida da história do Brasil.

A criação da moeda atendeu à necessidade de mais unidades monetárias em circulação e foram cunhadas a pedido do Conde alemão João Maurício de Nassau-Siegen. Feitas de ouro e possuindo formato quadrado, três tipos de moedas foram criadas nos anos de 1645 e 1646 na cidade de Recife, então chamada de Maurits Stadt (Cidade Maurícia) e sede da Companhia Privilegiada das Índias Ocidentais no Brasil. Em larga medida, estas moedas serviram para a realização das transações comerciais envolvendo a exportação dos derivados de açúcar produzidos na região sob administração holandesa e outros produtos comercializados pela Companhia.

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14    nov 20135 Comentários

Novidade: Aprimore múltiplos perfis a partir de um único registro histórico

Nós acabamos de melhorar a função de extração de registros, que permite que você extraia informações a partir de um registro histórico e que o posicione em um perfil relevante da sua árvore familiar: agora você pode salvar esta informação em múltiplos perfis! Desta forma, ao descobrir um registro com informações relevantes para vários perfis, você pode simplesmente optar por salvar a informação em vários perfis, em vez de um único.

Novidade: Extrair informações e salvá-las em perfis múltiplos

Como funciona?

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13    nov 20131 Comentário

Genealogia eslovena – Entrevista com Fernando Paternost

Fernando com sua prima Malu - Foto: Simone Hlebanja

Temos o prazer de dar sequência à nossa série de entrevistas, trazendo hoje informações sobre a pesquisa genealógica de descendentes de eslovenos, no Brasil. O entrevistado de hoje é Fernando Paternost, o principal responsável pelo blog Eslovenos no Brasil e também pelo site da União dos Eslovenos do Brasil.

Boa leitura!

MH- Fernando, você é um dos vice-presidentes da União dos Eslovenos do Brasil. Poderia me contar um pouco mais sobre esta União e os seus membros?
FP- A União dos Eslovenos do Brasil foi criada como uma associação da comunidade eslovena e seus amigos a fim de promover a língua e a cultura eslovena aqui no Brasil. Os membros são em sua maior parte os eslovenos e seus descendentes, mais alguns amigos.

MH- Poderia falar mais sobre a imigração eslovena no Brasil? Que outros países têm uma grande colônia eslovena?
FP- Não dá para falar de uma imigração eslovena para o Brasil. Na verdade há eslovenos que vieram em diferentes épocas para o Brasil. Posso citar o caso de duas famílias no Rio de Janeiro que vieram ainda na época do Império para trabalhar na nossa então capital. Há imigrantes que vieram para o Brasil no fim do século 19 e início do 20 por questões econômicas, onde vinham buscar uma vida melhor, muito associados a imigrações italianas para o Brasil. E há aqueles que vieram fugindo das guerras, principalmente a segunda guerra mundial. Destes, muitos migrantes são expatriados políticos ou religiosos.
Os países que possuem as maiores colônias eslovenas pelo mundo são os países vizinhos (Itália, Áustria, Hungria e Croácia), a Austrália, os Estados Unidos e a Argentina.

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8    nov 20130 Comentário

Que antepassado você gostaria de encontrar?

Fonte: http://mocidadejc.no.comunidades.net/

Esta foi a pergunta que fizemos, no Dia de Finados. E gostariamos de agradecer pela participação tão intensa, tanto aqui no blog, quanto no Facebook e Twitter.

Recebemos muitas histórias: algumas engraçadas, outras tristes, outras ainda extremamente pessoais. Muitas dúvidas foram compartilhadas conosco e muitas perguntas foram feitas que parecem só ter chance de obterem uma resposta se fosse realmente possível ter uma conversa com um antepassado.

Foi bastante difícil escolhermos o ganhador da Assinatura de Dados de MyHeritage, mas esta foi a resposta vencedora, de Márcia Helena:

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6    nov 20131 Comentário

Primeira foto familiar: Uma recordação para a eternidade

Recentemente uma grande amiga deu à luz um menininho lindo. E claro que um dos momentos mais esperados e desejados por ela era o da primeira foto tirada em família. Realmente, é um momento único: os pais exibem seus mais sinceros sorrisos e o orgulhoso e a felicidade parecem não caber em uma só fotografia.

Foto familiar, século XXI - http://bit.ly/1e3ul6O

Com a minha família não foi diferente. Milhares de fotos se seguiram aos nascimentos de minhas duas filhas - tanto as amadoras, tiradas com as nossas câmeras ou celulares, quanto as profissionais tiradas em estúdio. De fato, tem sido uma tradição na nossa família, regularmente, aproximadamente uma vez por ano, estamos os quatro num estúdio fotográfico, para guardar para a posteridade estes anos da infância que passam tão rápido.

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4    nov 201316 Comentários

Genealogia basca – Entrevista com Diego Moreira

Diego Moreira

É com muita alegria que apresentamos hoje uma entrevista com um pesquisador da genealogia basca. Trata-se de Diego Moreira, que nasceu e vive no Rio de Janeiro, tem 31 anos, casado com a Lucimar e pai do Daniel e da Mariana, de 4 e 2 anos de idade. Diego é professor de Geografia na rede privada de ensino no Rio de Janeiro e em Niterói e atua com alunos do ensino médio e preparação para o vestibular.

MH- Diego, você está fazendo um trabalho fantástico de levantamento de imigrantes bascos radicados no Brasil. Poderia me contar um pouco mais sobre este projeto?
DM- Decidi pesquisar a presença basca no Brasil tomando como ponto de partida a minha própria história familiar. Sou bisneto de uma imigrante basca, Pura Larrabeiti Goiry, nascida em Derio, na província de Vizcaya, na Espanha.
Iniciei o trabalho em casa, levantando informações com familiares próximos. Depois descobri ferramentas na internet que dão acesso a informações relevantes sobre os nascidos na região, como batismos, casamentos e obituários. Com esses dados trilhei caminhos que me levaram a identificar mais de 150 ancestrais, nascidos do século XIX ao XVI. Incluindo cinco gerações completas (até os trisavós) e 88% dos ancestrais da sexta geração (tetra-avós) até o momento. Os dados incluem também indivíduos da sétima até a décima geração de ancestrais de minha bisavó.

O projeto em si foi pensado para ser realizado em parceria com as famílias de origem basca. O objetivo é pesquisar a ancestralidade e a descendência de imigrantes bascos radicados no Brasil. O elemento central da pesquisa é o imigrante, que representa o elo entre os mundos. As famílias auxiliam com informações sobre a descendência e eu pesquiso a ancestralidade.
O resultado desse trabalho abordando vários imigrantes será, sem dúvida, um valioso estudo da imigração basca para o Brasil e da genealogia basco-brasileira. Abre-se a possibilidade para estudar a contribuição dos bascos para o caráter multiétnico do povo brasileiro, sua identidade e sua representação coletiva. Pretendemos incluir o georreferenciamento das informações, o que nos permitirá elaborar um mapa sobre a imigração basca para o Brasil, tanto em relação à origem dos imigrantes, quanto em relação à dispersão de seus descendentes pelo Brasil e pelo Mundo. Quanto mais famílias aderirem ao projeto, melhor e mais completo ele se torna.

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