14    fev 201113 Comentários

Arquivos Paroquiais para consultar em Portugal

Recebemos por indicação, um site em Portugal que é possível se fazer as consultas a alguns Arquivos Paroquiais diretamente nos livros. As imagens são escaneadas e a pesquisa só difere de uma pesquisa em campo pelo fato de que você não ter que usar luvas para manusear as páginas.

São fontes primárias como nascimentos, batismos, casamentos e óbitos que precisam de muita paciência e dedicação, pois são manuscritos e devem ser decifrados na maioria das vezes. Como diríamos, um doce na boca de uma criança, já que este tipo de pesquisa exige muito sangue genealogista e se torna um desafio que faz a Genealogia Familiar ainda mais encantadora.

O site E-Tombo, (basta clicar no logotipo do site que é um link), pretende unir todos os arquivos digitais de Portugal em um único ponto e para isto conta com o apoio de diversas instituições como NEPS - Núcleo de Estudos de População e Sociedade, Torre do Tombo, Genregis e Direcção Geral de Arquivos.

Os documentos tendem a crescer na medida que novas atualizações forem introduzidas em um trabalho que envolve diversos locais de fontes históricas.

Já estão disponíveis os seguintes Distritos:

Braga, Coimbra , Faro , Guarda , Leiria , Lisboa , Madeira , Portalegre , Porto , Santarem , Setubal , Viana do Castelo , Vila Real .

Se você é descendente de portugueses e quer documentar a sua árvore com os documentos originais, coloque esta indicação em MEUS FAVORITOS e faça uma marcação cerrada nas novas atualizações do site. Boa sorte em sua pesquisa.

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Comentários (13) Trackbacks (1)
  1. Olá Walter
    Estou admirada por só agora saber da existência do site etombo, para pesquisa de fundos paroquiais. É por ele que tenho construido toda a minha Árvore. Já lhe tinha falado dele e no fórum dos "meusparentes" indiquei-o a vários usuários. O site pertence ao Ministério da Cultura, fazendo parte dele o organismo Direcção-Geral de Arquivos. É este organismo que detém a responsabilidade da colocação em on-line dos fundos paroquiais e outros. Portugal tem 18 Distritos e 2 regiões autónomes. Cada distrito tem o seu arquivo distrital onde guarda toda a documentação dos cartórios notariais que tenha cem ou mais anos. Os fundos paroquiais que se encontravam nos arquivos eclesiásticos foram enviados para os arquivos distritais. O Arquivo Distrital do Porto (minha cidade, concelho e distrito) em conjunto com a Universidade do Minho (Braga) foi a primeira entidade a disponibilizar on-line os seus fundos paroquiais. O sucesso desta medida levou o Ministério da Cultura através da sua Direcção-Geral de Arquivos a chamar a si a iniciativa e dessa forma impôr a todos os outros Arquivos a digitalização dos seus fundos e através da Torre do Tombo colocar esse acervo on-line. Nesta altura, e infelizmente para nós genealogistas, nem todos os Arquivos colocaram os seus fundos alegando falta de pessoal e de condições fisícas, ou seja há pouco dinheiro. Outra medida que foi tomada para a colocação destes fundos on-line foi o acordo feito entre o Ministério da Cultura e os Mórmons. Foi-lhe dado autorização para digitalizar os fundos com a contrapartida de após isso eles fornecerem uma cópia. Por exemplo o Arquivo Distrital de Vila Real todo o acervo que tem on-line deve-se a este acordo. Outra medida foi a formação de associações como por exemplo "Os amigos da Torre do Tombo" (de que sou sócia) que com trabalho voluntário de alguns sócios e a cota anual de outros vai fazendo um bom trabalho e colocando a digitilazação de várias freguesias quer de Lisboa quer de outras localidades. Assim tem sido possível aumentar o acervo paroquial em on-line.
    A sua consulta está aberta a todos. Caso se queira ter um desses documentos, ele pode ser pedido também via on-line. Eu faço sempre a aquisição dos assentos dos familiares que encontro, pois interessa-me ter e deixar esses documentos aos meus. Quanto à paciência que se tem de ter para fazer a "busca" ela é defacto necessária ser grande, ter-se tempo, e como diz no seu artigo "exige muito sangue...ainda mais encantadora". Pessoalmente, ela é tudo isso e o meu maior apoio psicológico. Enquanto "busco" esqueço-me do meu "inimigo silencioso - o câncro".
    Um grande abraço
    Maria Matos
  2. MINHA AVÓ ERA DA CIDADE DE PORTO EM PORTUGAL, ELA NASCEU NÃO TENHO MUITA CERTEZA NOS ANOS DE 1867, E VEIO PARA O BRASIL COM 9 ANOS DE IDADE, JUNTAMENTE COM SEUS PAIS E IRMÃOS FICARAM EM MOSSORÓ RN. ELA SE CHAMAVA FLORÊNCIA HERMÍNIA DO AMOR DIVINO.DEPOIS MUDOU-SE PARA PORTALEGRE RN, LÁ CASOU-SE COM JOSÉ RODRIGUES E TIVERAM 10 FILHOS, ELA FALECEU EM 1950.
  3. Obrigado por mais esta oportunidade de pesquisar sobre a minha família.
  4. Resposta a Zuleide. Para encontrar seus parentes nos Arquivos Distritais necessita de se registrar como utilizador. Então é-lhe enviada uma senha. Vai precisar de saber o nome da frequesia da cidade do Porto, onde nasceu sua avó o que é fácil, se pedir na terra onde faleceu a certidão do seu falecimento. Lá deverá estar o nome da freguesia onde nasceu e os progenitores da mesma. Depois com a senha procure em "Paróquia X"
  5. Uma ferramente q soma as ja existentes , vamos explora la.
    Newton
  6. Boa tarde á todos!
    Já fui algumas vezes á Torre do Tombo, ma infelizmente os documentos digitalizados nem sempre conseguimos entender devido n estarem nítidos (devido ao estado em q se encontravam).
    Estive muito rapidamente em Viseu e fui a procura no Arquivo distrital sobre informações da minha família paterna. Infelizmente o tempo foi curto...as informações tb, mas disseram para procurar os arquivos numa antiga Paróquia, cujo padre (o mais antigo de lá) responsável pelos arquivos, tvz pudesse me ajudar.
    Como n consegui encontrar a Paróquia aberta, tentei fazer contato por e-mail e telefone.
    Infelizmente n fui atendida, mas n vou desistir.
    Vi aqui a relação das cidades de Portugal q agora tem os documentos de suas paróquias já digitalizados ou em andamento, na T. Tombo.
    Bem, n vi a Cidade de Viseu relacionada, mas vou à procura.
    Meu 6º avô paterno nasceu na Rua Direita em Viseu. Estive nessa rua, que de reta n tem nada...rsss (Direita=reta). Vi lá um sobrado, da família Treixedos, q hoje pertence a um Banco. Pesquisei na net, mas n encontro maiores informações q me fizem comprovar seu 1º dono.
    Gostei muito da matéria desse blog e dos comentários q foram deixados aqui. Fez-me lembrar q tenho q voltar à luta.
    Abraços à todos!
  7. Meu 6º avô era Dr. Jorge Abreu Castelo Branco. Veio de uma família de advogados. Ele estudou Coimbra, em 1742 foi p Mariana, em Minas Gerais (BR) e depois q ficou viúvo (ela tb Portuguesa de nascença, mas criou-se no Brasil), retomou seus estudos e tornou-se Padre. Dr. Jorge era pai da minha penta-avó Dona Joaquina do Pompéu (Joaquina Mª Bernarda da Silva de Abreu Castelo Branco S. M. de Oliveira Campos) que foi casada com o Capitão Inácio de Oliveira Campos (descende dos Velho...Alvares Cabral).
    Quem tiver a curiosidade, poderá procurar no Google ou no site das cidades. net sobre a cidade de Pompéu e sua história.
  8. Quem tiver oportunidade de visitar os arquivos da "Torre do Tombo", garanto que vale a pena perder horas!
  9. Parabenizo pelo acontecimento, somente assim poderemos conhecer melhor nossos antepassados.
  10. Como procurar os antepassados?
  11. Não sei como proceder para consultar documentos no ETombo.Tenho de me registar? Qual é o percurso?

    Obrigada

    Marina Ribeiro da Silva
  12. Ola meus avos eram de Vila de Mansores uma provincia de Arouca, gastaria de saber se serao tambem disponibilzados os arquivos dessa Cidade? Obrigado.
  13. Tenho pesquisado nos arquivos portugueses escaneados, particularmente no da Universidade de Coimbra. Para minha sorte e emoção encontrei registros dos meus ascendestes há seis gerações. Estou em 1754. São necessárias paciência e persistência.

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