5    jun 201520 Comentários

Sobrenomes no Brasil = Dificuldade e confusão

Quem entre vocês sabe exatamente que sobrenome adicionar à sua árvore? Quando falamos dos pais até é mais fácil, mas e o sobrenome da mãe? Devemos usar o sobrenome de solteira ou de casada? E porque os sobrenomes às vezes são tão diferentes dentro da mesma família?

O genealogista Anibal de Almeida Fernandes nos presenteou com o texto abaixo e explica como os sobrenomes (principalmente os de origem portuguesa) surgiram com o passar do tempo e o que esta herança portuguesa nos deixou na questão genealógica. Aconselhamos a todos os nossos usuários que leiam o texto com muita atenção. Ele é realmente muito importante para todos aqueles tentando encontrar seus familiares.

Muito obrigada Anibal por este verdadeiro presente!

Quem quiser ler mais textos do genealogista acesse: www.genealogiahistoria.com.br

Imagem: wikipedia.pt

Desde a Idade Média e até ao século XVIII, em algumas zonas rurais portuguesas as pessoas eram conhecidas apenas pelo nome próprio, ao qual era acrescentado o patronímico (nome do pai), para os rapazes, e o matronímico, (nome da mãe), para as moças. Em casos mais raros podia o rapaz ser conhecido pelo matronímico, por exemplo, se não tivesse pai, ou a moça pelo patronímico, no caso, por exemplo, de o pai ser de uma família mais distinta do que a da mãe. A partir do fim da Idade Média, numa lenta transição das urbes (cidades) para o campo, e do litoral para o interior, os patronímicos tendem a fixar-se, transmitindo-se sempre o mesmo, já como sobrenome de uma determinada família que o usa em comum.

Leia mais... "Sobrenomes no Brasil = Dificuldade e confusão" »

3    jan 2014112 Comentários

Sobrenomes: As tradições de cada país

Há algum tempo atrás, publicamos aqui no Blog do MyHeritage um post sobre os sobrenomes/apelidos dos nossos usuários e demos a chance a cada um de nos perguntar a frequência com a qual determinado sobrenome aparece no nosso site. Como este post foi bastante comentado, resolvemos trazer para vocês um pouco mais de informações sobre este assunto.

O sobrenome de uma pessoa é transmitido por descendência e dado de acordo com a lei ou com o costume de cada lugar. Muitas culturas têm hábitos diferentes sobre como os nomes são repassados de geração em geração.

Os primeiros sobrenomes foram dados na Idade Média, mas no início só os nobres tinham um complemento para seus nomes próprios. Com o passar do tempo e com o aumento populacional um nome só não era mais suficiente para que as pessoas pudessem ser distinguidas. Começa assim o hábito de se usar um sobrenome, que era dado de acordo com diferentes critérios:

  • Nomes patronímicos: são sobrenomes derivados do nome próprio do pai. Formam-se assim nomes como Henriques, Rodrigues, Nunes, Fernandes, Gonçalves, Esteves e Álvares, onde a terminação -es significa "filho de".
  • Nomes toponímicos: são sobrenomes que descrevem o local de nascimento, residência, terras de propriedade, um rio ou uma região relevantes para determinada pessoa. Encaixam-se nessa regra sobrenomes como Almeida, Andrada ou Andrade, Barcelos, Barros, Bastos, Castelo Branco, Cintra (de Sintra), Coimbra, Faria, Gouveia, Guimarães, Lima (nome de um rio, não a fruta), Lisboa, Pacheco (da vila de Pacheca), Porto, Portugal, Brasil, etc.
Sobre nós  |  Privacidade  |  Diga a um amigo  |  Suporte  |  Mapa do site
Copyright © 2015 MyHeritage Ltd., Todos os direitos reservados