Não Amora…
A lei brasileira, depois de inúmeros casos de reclamações de pessoas que queriam trocar seus nomes por acharem-se ofendidas, normatizou as regras para que Cartórios pudessem decidir registrar ou não uma criança que os pais queiram colocar um nome estranho ou ofensivo, expondo a criança ao ridículo.
Caso o escrivão tenha dúvida, ele pode recorrer e "consultar" a Justiça.
