7    mai 201412 Comentários

Entrevista com a presidente-executiva do Museu da Imigração – Marília Bonas Conte

Recentemente, fiz uma entrevista com a Marília Bonas Conte, presidente-executiva e técnica do Museu da Imigração, para já adiantarmos alguns pontos de como será o museu, que está fechado para restauro há quase quatro anos, após a reabertura. Assim, vocês saberão em primeira mão, que tipo de informações poderão ser acrescidas à sua pesquisa familiar, com uma visita ao museu.

Marília é especialista em Museologia pela Universidade de São Paulo (USP) e mestre em Museologia Social pela Universidade Lusófona de Lisboa. Atua há 10 anos nas áreas de pesquisa, documentação museológica e gestão cultural. Atualmente assume o cargo da direção executiva do Museu do Café e do Museu da Imigração.

Boa leitura!

MyHeritage: Marília, gostaria de começar esta entrevista falando da sua experiência pessoal com museus. Você se lembra da primeira vez que você visitou um museu? Como foi a sua experiência?

Marília Bonas Conte - A minha relação pessoal com um museu é muito antiga. Minha avó e meu avô ficaram aqui na Hospedaria de Imigrantes. Sou uma neta temporona e minha avó, com quase 90 anos, ainda me contava as histórias da sua vinda da Itália para o Brasil e do período na Hospedaria. Assim, desde pequena, eu tinha um imaginário sobre este lugar, mas foi só durante o primeiro ano de faculdade, em que cursei História, e com minha avó já falecida, é que vim fazer uma pesquisa sobre um pintor italiano e acabei me encontrando com a própria diretora do Museu, a Midori. Ela me ajudou a pesquisar a lista de bordo, a carta de chamada, toda a documentação que envolvia a vinda deste pintor para o Brasil e me perguntou se eu tinha alguém da família que eu gostaria de pesquisar. Eu tive, então, a emoção de poder ver os documentos referentes aos meus avós. Foi uma coisa muito forte, emocionante mesmo, eu me lembro até hoje, eu deveria ter uns 18 anos e estava voltando a pé, pelas ruas do bairro, muito tocada e pensando na força que um museu e um acervo podem ter para a sua construção como pessoa, em termos de identidade. E esta minha experiência aqui teve muito a ver com a minha escolha profissional.

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13    nov 20131 Comentário

Genealogia eslovena – Entrevista com Fernando Paternost

Fernando com sua prima Malu - Foto: Simone Hlebanja

Temos o prazer de dar sequência à nossa série de entrevistas, trazendo hoje informações sobre a pesquisa genealógica de descendentes de eslovenos, no Brasil. O entrevistado de hoje é Fernando Paternost, o principal responsável pelo blog Eslovenos no Brasil e também pelo site da União dos Eslovenos do Brasil.

Boa leitura!

MH- Fernando, você é um dos vice-presidentes da União dos Eslovenos do Brasil. Poderia me contar um pouco mais sobre esta União e os seus membros?
FP- A União dos Eslovenos do Brasil foi criada como uma associação da comunidade eslovena e seus amigos a fim de promover a língua e a cultura eslovena aqui no Brasil. Os membros são em sua maior parte os eslovenos e seus descendentes, mais alguns amigos.

MH- Poderia falar mais sobre a imigração eslovena no Brasil? Que outros países têm uma grande colônia eslovena?
FP- Não dá para falar de uma imigração eslovena para o Brasil. Na verdade há eslovenos que vieram em diferentes épocas para o Brasil. Posso citar o caso de duas famílias no Rio de Janeiro que vieram ainda na época do Império para trabalhar na nossa então capital. Há imigrantes que vieram para o Brasil no fim do século 19 e início do 20 por questões econômicas, onde vinham buscar uma vida melhor, muito associados a imigrações italianas para o Brasil. E há aqueles que vieram fugindo das guerras, principalmente a segunda guerra mundial. Destes, muitos migrantes são expatriados políticos ou religiosos.
Os países que possuem as maiores colônias eslovenas pelo mundo são os países vizinhos (Itália, Áustria, Hungria e Croácia), a Austrália, os Estados Unidos e a Argentina.

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6    set 20116 Comentários

A árvore genealógica

Se você procurar nos sites de busca da internet ou em livros, a explicação para uma árvore genealógica será sempre a mesma, por este motivo, quero expor alguns novos pontos que passam despercebidos e que todos que iniciam suas árvores genealógicas devem saber quais são as raízes principais de toda árvore genealógica.

Árvore Genealógica é a representação gráfica...

Existem três grandes grandes raízes que norteiam uma árvore genealógica e que fazem com que sua elaboração seja dinâmica e agradável e cheia de boas histórias.

O passado, o presente e o futuro de sua família.

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