5    jul 20160 Comentário

A regra dos três Cs

Este artigo foi escrito por Kate Eakmann, uma genealogista do site Legacy Tree Genealogists, um parceiro de pesquisa que nós do MyHeritage recomendamos. Kate fez mestrado em história e adora ajudar as pessoas a visualizar a vida dos seus antepassados. Ela tenta sempre "pensar fora da caixa" para descobrir detalhes preciosos sobre a família das pessoas que pesquisa.

Hoje ela vai falar um pouquinho sobre o que fazer quando você herda a pesquisa familiar de um parente. Você também acaba de ganhar a pesquisa da sua avó, um tio-avô ou até mesmo de um parente mais distante, pois ele ouviu falar que você "faz genealogia"? Então, agora você deve estar pensando o que fazer com todo o material herdado...

Aqui estão três dicas fáceis, para integrar esta herança à sua própria pesquisa.

1. Classificar
Olhe cada página recebida.

  • De que documento se trata? É uma foto, uma carta, página sobre um grupo familiar, censo, testamento, artigo de jornal, ou algo mais?
  • Sobre quem é? Esta página trata de somente uma pessoa, uma família, ou múltiplas gerações de uma família? É possível que um item seja sobre uma pessoa, ou pessoas, da(s) qual(is) você nunca tenha ouvido falar.

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11    mai 20160 Comentário

Nova iniciativa: Tribal Quest

É com prazer que anunciamos o lançamento de uma nova iniciativa global - Tribal Quest - para registrar as histórias de família dos povos tribais que vivem em locais remotos e preservar suas histórias para as futuras gerações.

Visite o site do Tribal Quest

Aqui está um pequeno vídeo que apresenta o projeto Tribal Quest, e mostra destaques do nosso primeiro destino - Namíbia:

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27    abr 20160 Comentário

9 dicas para encontrar informações sobre casamento

Você está tentando encontrar informações sobre o casamento de antepassados seus, mas não está achando nada? Você já foi até a paróquia mais próxima do lugar de residência deles, mas ainda não sabe a data em que eles se casaram? Também já tentou todas as possibilidades mais óbvias como perguntar para os parentes, já vasculhou a papelada, mas ainda assim não consegue decifrar este mistério?

Então temos boas notícias para você :-) Hoje compilamos 9 dias de outros lugares onde você pode tentar encontrar informações de casamento, que talvez ainda não tenham sido devidamente exploradas.

Imagem: todocoleccion

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10    fev 201614 Comentários

Dicas para uma pesquisa genealógica

A regra principal na pesquisa genealógica é como numa outra pesquisa qualquer: anote tudo! Anote todos os nomes, dados, locais e fontes que você vai usar.

O começo da pesquisa

Comece consigo próprio! Consulte a sua própria certidão de nascimento. Nesse documento já constam os nomes dos seus pais, dos seus avós maternos (pais da sua mãe) e dos avós paternos (pais do seu pai). Se você consultar a certidão dos seus pais, o que não é muito difícil, terá pelo menos os nomes de mais uma geração. Depois, pergunte a eles pelos nomes completos deles, incluindo quaisquer nome que eles têm ou tiveram no passado, e que não aparecem na sua certidão de nascimento. Especialmente as mulheres costumam mudar de sobrenome depois do casamento.

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14    set 201518 Comentários

Cidadania portuguesa para judeus sefarditas

Fonte: reismalheiro.com

No dia 27 de Fevereiro de 2015, foi publicado em Diário da República o diploma que permite o exercício do direito ao retorno dos descendentes judeus sefarditas de origem portuguesa, que o desejem, mediante a aquisição da nacionalidade portuguesa por naturalização e sua integração na comunidade, com os inerentes direitos e obrigações.

Assim sendo, o Governo português poderá conceder a nacionalidade por naturalização aos descendentes de judeus portugueses, que através da demonstração da tradição de pertença a uma comunidade sefardita de origem portuguesa, com base em requisitos objetivos comprovados de ligação a Portugal, designadamente apelidos (sobrenomes), idioma familiar, descendência direta ou colateral, desde que sejam maiores ou emancipados à face da lei portuguesa e não tenham sido condenados, com trânsito em julgado da sentença, pela prática de crime punível com pena de prisão de máximo igual ou superior a três anos, segundo a lei portuguesa.

Selecionamos aqui algumas perguntas práticas, que poderão ajudá-lo a decidir se você poderá tentar conseguir a cidadania portuguesa (ou espanhola, para maiores informações, consulte nosso blog em espanhol, aqui), ou não.

Qual é a lista dos documentos necessários?

O requerimento deve ser acompanhado dos seguintes documentos:

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1    jul 20154 Comentários

8 motivos pelos quais a chuva não tem que estragar seu inverno (ou verão)

O inverno no Brasil pode ser quente e seco ou chuvoso e até mesmo frio. O tempo é imprevisível e temos que tentar nos adaptar, o que também significa que devemos estar preparados para o sol ou chuva. Quando o sol brilha, a lista de possíveis atividades durante as férias escolares é muito grande: praia, passeios de bicicleta e pesca, para citar apenas alguns. Mas o que fazer quando chove e somos forçados a ficar dentro de casa, é um pouco mais difícil.

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5    jun 201523 Comentários

Sobrenomes no Brasil = Dificuldade e confusão

Quem entre vocês sabe exatamente que sobrenome adicionar à sua árvore? Quando falamos dos pais até é mais fácil, mas e o sobrenome da mãe? Devemos usar o sobrenome de solteira ou de casada? E porque os sobrenomes às vezes são tão diferentes dentro da mesma família?

O genealogista Anibal de Almeida Fernandes nos presenteou com o texto abaixo e explica como os sobrenomes (principalmente os de origem portuguesa) surgiram com o passar do tempo e o que esta herança portuguesa nos deixou na questão genealógica. Aconselhamos a todos os nossos usuários que leiam o texto com muita atenção. Ele é realmente muito importante para todos aqueles tentando encontrar seus familiares.

Muito obrigada Anibal por este verdadeiro presente!

Quem quiser ler mais textos do genealogista acesse: www.genealogiahistoria.com.br

Imagem: wikipedia.pt

Desde a Idade Média e até ao século XVIII, em algumas zonas rurais portuguesas as pessoas eram conhecidas apenas pelo nome próprio, ao qual era acrescentado o patronímico (nome do pai), para os rapazes, e o matronímico, (nome da mãe), para as moças. Em casos mais raros podia o rapaz ser conhecido pelo matronímico, por exemplo, se não tivesse pai, ou a moça pelo patronímico, no caso, por exemplo, de o pai ser de uma família mais distinta do que a da mãe. A partir do fim da Idade Média, numa lenta transição das urbes (cidades) para o campo, e do litoral para o interior, os patronímicos tendem a fixar-se, transmitindo-se sempre o mesmo, já como sobrenome de uma determinada família que o usa em comum.

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20    jan 20156 Comentários

Entendendo datas de eventos – 5 erros comuns cometidos por pesquisadores de genealogia e como evitá-los

Este texto foi escrito por Laurence Harris, chefe de Genealogia do Reino Unido em MyHeritage.

É importante registrar não apenas os principais eventos dos nossos antepassados, mas também a data em que cada evento ocorreu.

Normalmente, existem várias fontes que indicam a data de um evento. Por exemplo, para uma morte, podemos encontrar a data da morte indicada no atestado de óbito, uma lápide, um obituário no jornal e um testamento. No entanto, as datas indicadas devem ter sido documentadas utilizando as convenções de calendário e de registro do local e período em que o evento ocorreu originalmente, ao invés do calendário e as convenções que um pesquisador estará familiarizado hoje. O erro, ao desconsiderar o contexto original de um evento, ou documento, muitas vezes resulta em erros na compreensão de quando um evento realmente ocorreu.

Abaixo estão listados cinco dos erros mais comuns que ocorrem em interpretação de datas, juntamente com algumas sugestões sobre a forma como estes erros podem ser evitados ou corrigidos.

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3    jan 20152 Comentários

Genealogia e Tolkien

No final do ano passado multidões foram aos cinemas para assistir Hobbit, um dos livros de Tokien que continua fazendo sucesso atualmente. Mas o que este livro cheio de seres mágicos, num mundo de fantasia tem a ver com a genealogia? Muita coisa, segundo o nosso usuário João Victor, que escreveu o texto que vamos ler a seguir! O criador de Hobbit e Senhor dos Anéis era um verdadeiro fã da temática e criou gerações de famílias, mostrando o seu apreço pela pesquisa familiar.

Muito obrigada João Victor pelo brilhante texto e boa leitura a todos!

J. R. R. Tolkien: Fantasia e Genealogia

Apesar de ser professor em Leeds por seis anos e ser eleito a uma cátedra na Universidade de Oxford em 1925, onde ministrava aulas de Inglês Antigo e Medieval, Filologia Germânica, Islandês, Galês e Saxão (entre outros), o escritor britânico J. R. R. Tolkien só se tornou conhecido em seu país e no mundo após as publicações de seus dois mais famosos livros: O Hobbit (1937) e sua obra prima, O Senhor dos Anéis (1954). Neste e em outros mais de 20 livros (a maioria publicado postumamente), Tolkien desenvolveu uma vasta mitologia, com raças variadas: “deuses” e “demônios”, elfos, humanos, anões, hobbits, orcs e animais fantásticos. Suas histórias se desenvolvem desde a gênese do universo até o final das “eras mágicas”, quando apenas os humanos passaram a dominar o mundo.

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14    nov 201421 Comentários

9 sepulturas pra lá de especiais

Em alguns cemitérios você encontrará lápides e sepulturas verdadeiramente especiais e muito diferentes das demais.

Algumas sepulturas revelam muito sobre as pessoas lá sepultadas e, ao olhar com atenção, podemos ver que tipo de hobbies as pessoas costumavam ter em vida, ou como estas pessoas pensavam sobre a vida e o mundo, ou vemos também, como elas eram amadas pelos seus familiares.

Separamos 9 sepulturas especiais para que vocês vejam o quanto podemos descobrir sobre os nossos antepassados, durante uma visita ao cemitério onde eles estejam enterrados.

E depois nos diga qual destes exemplos é o mais interessante, na sua opinião!

1) Um fã do jogo Palavras cruzadas (ou scrabble, no original em inglês)

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