28    nov 20145 Comentários

Entrevista com o genealogista Anibal de Almeida Fernandes

Hoje temos o prazer de trazer para todos os leitores do nosso blog uma entrevista com o genealogista Anibal de Almeida Fernandes, que vem trabalhando há anos na sua árvore genealógica e que já encontrou nobres na sua família, além de um parentesco direto com o 1º Rei de Portugal - Afonso Henriques!

Boa Leitura!

MyHeritage -   Sr. Anibal o  senhor criou o site www.genealogiahistoria.com.br e tem se dedicado à pesquisa da história da sua família há algum tempo. Vejo que costuma usar uma nomenclatura mais didática na sua árvore genealógica.  Porque escolheu este tipo de identificação dos seus antepassados, como 5º avô, 6º avô, etc.?

Anibal Fernandes - O motivo, técnico, de fazer essas várias indicações é simplesmente para tornar mais compreensível a seqüência das gerações e tornar didático o entendimento de qual é o avô comum entre os interessados naquela seqüência familiar, pois eu constatei na prática, por vários e-mails recebidos, que a maior parte dos interessados não consegue identificar o grau do avô quando a seqüência dos filhos, netos, bisnetos, trinetos, etc, etc, é indicada apenas pelos números: 1, 2.1, 2.3, etc, e 3.1, 3.2 etc, e 4.1. 4.2 etc, etc, etc, pois quando, além do número está escrito 6º avô; 8º avô, etc, etc o interessado tem um fácil, didático e completo entendimento da seqüência de sua progênie.

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30    set 20147 Comentários

Entrevista: Arquivo Público Gaúcho

Todos nós, interessados da genealogia, temos que vez ou outra, recorrer a arquivos para podermos fazer a nossa pesquisa familiar. Ainda há muitos registros históricos que não foram digitalizados e nestes locais podemos encontrar uma verdadeira "mina de ouro".

Maria Cristina - APERS

Hoje trazemos uma entrevista para apresentar um dos locais que vocês, como genealogistas, precisam conhecer: o Arquivo Público. A entrevistada de hoje é Maria Cristina Kneipp Fernandes arquivista no APERS desde 1992. Ela trabalhou inicialmente na sala de pesquisa, orientando e realizando as buscas dos documentos solicitados. Depois passou a fazer parte da equipe que desenvolve atividades de assessoria aos órgãos que compõe o SIARQ/RS.

Maria Cristina visitou um Arquivo Público, pela primeira vez, em 1988, como estudante de Arquiviologia e, desde então, luta para tornar os arquivos mais conhecidos pela sociedade: "Não só do público jovem , mas da sociedade como um todo que muitas vezes desconhece os arquivos", como ela mesma diz.

Boa leitura e boa pesquisa!

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22    set 20140 Comentário

Nova roupagem para fotos antigas!

A fotógrafa australiana Jane Long acaba de mudar para sempre o jeito de encararmos fotografias antigas. Na sua série Dancing with Costica ela transforma velhas fotos em sonhos cheios de imaginação.

Sua série é baseada no trabalho do fotógrafo romeno Costica Acsinte, nascido na pequena vila de Perieti, no condado de Ialomita, em 4 de julho de 1897. Costica lutou na Primeira Guerra Mundial, no entanto, apesar de ser piloto, ele tornou-se fotógrafo oficial do conflito, até junho de 1920. Findada a guerra, ele abriu um estúdio fotográfico na cidade de Slobozia.

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25    ago 20145 Comentários

Entrevista com o genealogista Afrânio Franco de Oliveira Mello

Hoje trazemos ao blog uma entrevista bastante interessante que fizemos com o genealogista Afrânio Franco de Oliveira Mello. Ele é genealogista, autor e co-autor de livros, co-fundador de um Instituto de Genealogia na cidade de Itapetininga, secretário de honras do Portal Ex-Combatente e realiza um trabalho fantástico juntamente com um jornal de sua região. Para mais detalhes é só ler a entrevista abaixo!

Boa leitura!

MH -Sr. Afrânio, o senhor publica frequentemente uma coluna sobre genealogia no jornal eletrônico ROL. Poderia falar um pouco mais sobre o seu trabalho com o site, sobre os seus objetivos e futuros projetos?

AM- Nessa coluna eu atendo aos pedidos que chegam do Brasil e do Exterior solicitando informações sobre sobrenomes de famílias e quase sempre eu tenho o que me pedem. Possuo um grande arquivo de sobrenome, de brasões e escudos e quando não tenho, saio a pesquisar nos sites de Genealogia existentes. Espero continuar atendendo no futuro todas essas pessoas e não tenho, no momento, projetos para essa área.

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7    mai 201412 Comentários

Entrevista com a presidente-executiva do Museu da Imigração – Marília Bonas Conte

Recentemente, fiz uma entrevista com a Marília Bonas Conte, presidente-executiva e técnica do Museu da Imigração, para já adiantarmos alguns pontos de como será o museu, que está fechado para restauro há quase quatro anos, após a reabertura. Assim, vocês saberão em primeira mão, que tipo de informações poderão ser acrescidas à sua pesquisa familiar, com uma visita ao museu.

Marília é especialista em Museologia pela Universidade de São Paulo (USP) e mestre em Museologia Social pela Universidade Lusófona de Lisboa. Atua há 10 anos nas áreas de pesquisa, documentação museológica e gestão cultural. Atualmente assume o cargo da direção executiva do Museu do Café e do Museu da Imigração.

Boa leitura!

MyHeritage: Marília, gostaria de começar esta entrevista falando da sua experiência pessoal com museus. Você se lembra da primeira vez que você visitou um museu? Como foi a sua experiência?

Marília Bonas Conte - A minha relação pessoal com um museu é muito antiga. Minha avó e meu avô ficaram aqui na Hospedaria de Imigrantes. Sou uma neta temporona e minha avó, com quase 90 anos, ainda me contava as histórias da sua vinda da Itália para o Brasil e do período na Hospedaria. Assim, desde pequena, eu tinha um imaginário sobre este lugar, mas foi só durante o primeiro ano de faculdade, em que cursei História, e com minha avó já falecida, é que vim fazer uma pesquisa sobre um pintor italiano e acabei me encontrando com a própria diretora do Museu, a Midori. Ela me ajudou a pesquisar a lista de bordo, a carta de chamada, toda a documentação que envolvia a vinda deste pintor para o Brasil e me perguntou se eu tinha alguém da família que eu gostaria de pesquisar. Eu tive, então, a emoção de poder ver os documentos referentes aos meus avós. Foi uma coisa muito forte, emocionante mesmo, eu me lembro até hoje, eu deveria ter uns 18 anos e estava voltando a pé, pelas ruas do bairro, muito tocada e pensando na força que um museu e um acervo podem ter para a sua construção como pessoa, em termos de identidade. E esta minha experiência aqui teve muito a ver com a minha escolha profissional.

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13    mar 201423 Comentários

Entrevista: Nélio J. Schmidt

Nélio J. Schmidt - Imagem: Arquivo pessoal do autor

Recentemente tivemos o prazer de entrevistar Nélio J. Schmidt, fundador do site GenealogiaRS e um grande genealogista ligado à pesquisa de famílias alemãs no Rio Grande do Sul. Nesta entrevista ele fala um pouco mais sobre o seu site, sobre a genealogia teuto-brasileira, os desafios ligados à pesquisa familiar e nos conta um pouco sobre a sua própria história.

Boa leitura!

MH - Nélio, você é o fundador do site GenealogiaRS. Poderia falar um pouco mais sobre o seu trabalho com o site, sobre os seus objetivos e futuros projetos?

NS- Sim, o site do GenealogiaRS foi criado por mim, incentivado por vários outros colegas de pesquisas, pois necessitava-se de uma ferramenta para divulgação das atividades e dos acervos que se estava produzindo.Assim, o GenealogiaRS - Pesquisas Teuto-brasileira Ltda. foi criado por mim e devidamente registrado, tendo em vista as necessidades de atender algumas questões legais. No início das nossas atividades - o primeiro encontro de ainda um pequeno grupo de quatorze  pesquisadores, aconteceu no 14 de abril de 2011 - houve manifestações dos colegas para que fosse criado um site.

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28    fev 20142 Comentários

Entrevista: Bruno Leal

Bruno Leal - Arquivo pessoal

Hoje temos o prazer de trazer uma entrevista muito especial para vocês, especialmente para os interessados em História. O entrevistado é o Historiador Bruno Leal, que coordena, com muito êxito, o site Café História.
Boa leitura!

MH- Bruno você é jornalista, historiador, professor e fundador da rede social Café História. Você pode nos contar um pouquinho mais sobre as suas inúmeras atividades?
BL - Claro, será um prazer. Comecemos pelo Café História (http://cafehistoria.ning.com). O Café é uma rede social online voltada exclusivamente para historiadores ou pessoas que simplesmente gostam de história, sem serem necessariamente formadas na área. Eu fundei a rede em 18 de janeiro de 2008, a partir de uma plataforma americana chamada Ning, que permite que qualquer pessoas crie a sua própria rede social. São duas as principais propostas do Café História: 1) Estabelecer um espaço de divulgação do conhecimento histórico, aproximando o grande público da universidade e os próprios pesquisadores acadêmicos entre si; 2) Estabelecer um espaço democrático, diverso e transparente de trocas e interações em história. Em pouco mais de seis anos de trabalho, esses objetivos foram alcançados de forma bastante satisfatória. Hoje, temos a maior rede social de história da internet. No Café História, encontram-se cadastradas mais de 54.000 pessoas. Essas pessoas acessaram a rede, fizeram um cadastro, ganharam uma página pessoal e acesso ilimitado aos conteúdos do Café História. Todo participante pode colaborar com a rede, comentar, trocar mensagens e acessar todos os nossos espaços. Há entrevistas, reportagens, artigos, resenhas, vídeos, fotos e grupos de estudos, entre outros. Tudo gratuito. Eu diria que o Café História é uma rede social combinada com um portal. Além do próprio Café Historia em si, estamos presentes também no Facebook, no Twitter, no Google Plus e, mais recentemente, no Youtube, onde temos o Café História TV. É o nosso produto mais recente. O seu endereço é: http://youtube.com/cafehistoriatv.

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13    fev 20146 Comentários

Entrevista – João Ventura

Hoje temos o prazer de entrevistar aqui no Blog em língua portuguesa de MyHeritage o genealogista português João Ventura.

João, de 39 anos, é natural de Faro, Portugal, mas atualmente reside na Alemanha. Ele tem dois filhos e começou a fazer sua árvore genealógica na altura em que nasceram.
Isso colocou-o em contato com a realidade da pesquisa genealógica em Portugal e a necessidade de "viajar" para uns 20 sites diferentes de modo a obter os registros paroquiais.
João lançou recentemente o site tombo.pt, site este que todas as noites indexa os 18 sites dos Arquivos Distritais de Portugal Continental, e os sites dos Açores, da Madeira e de Guimarães. Nesta entrevista ele nos dá mais detalhes sobre o seu trabalho no site e sobre a genealogia portuguesa.

Boa leitura!

MH - João, você é o fundador do recém-lançado site tombo.pt. Poderia falar um pouco mais sobre o seu trabalho com o site, sobre os seus objetivos e futuros projetos?

JV- Fiz o site como uma ferramenta para me ajudar a mim, e outros como eu, que buscam aos seus antepassados através dos registos paroquiais na Internet. Quando comecei, existia um site muito semelhante (o etombo.com), que no entanto deixou de ser actualizado há quase 4 anos. Para evitar ter de visitar constantemente as páginas dos vários arquivos à procura de novidades, criei um sistema automático para me avisar de todas as novidades que surgissem, que ainda corre todos os dias para actualizar o site. Neste momento o site indexa todos os 22 arquivos com registos paroquiais em Portugal e avisa diariamente das novidades. Para o futuro tenho planos para duas novas funcionalidades: 1) a indexação de outros documentos como os livros de passaportes, as administrações de concelho e os processos ‘de genere’; e 2) informação em cada freguesia sobre a sua origem com ligação para a freguesia anterior. Além disso o site também irá melhorar em aspecto visual e terá uma versão em Inglês.

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13    nov 20131 Comentário

Genealogia eslovena – Entrevista com Fernando Paternost

Fernando com sua prima Malu - Foto: Simone Hlebanja

Temos o prazer de dar sequência à nossa série de entrevistas, trazendo hoje informações sobre a pesquisa genealógica de descendentes de eslovenos, no Brasil. O entrevistado de hoje é Fernando Paternost, o principal responsável pelo blog Eslovenos no Brasil e também pelo site da União dos Eslovenos do Brasil.

Boa leitura!

MH- Fernando, você é um dos vice-presidentes da União dos Eslovenos do Brasil. Poderia me contar um pouco mais sobre esta União e os seus membros?
FP- A União dos Eslovenos do Brasil foi criada como uma associação da comunidade eslovena e seus amigos a fim de promover a língua e a cultura eslovena aqui no Brasil. Os membros são em sua maior parte os eslovenos e seus descendentes, mais alguns amigos.

MH- Poderia falar mais sobre a imigração eslovena no Brasil? Que outros países têm uma grande colônia eslovena?
FP- Não dá para falar de uma imigração eslovena para o Brasil. Na verdade há eslovenos que vieram em diferentes épocas para o Brasil. Posso citar o caso de duas famílias no Rio de Janeiro que vieram ainda na época do Império para trabalhar na nossa então capital. Há imigrantes que vieram para o Brasil no fim do século 19 e início do 20 por questões econômicas, onde vinham buscar uma vida melhor, muito associados a imigrações italianas para o Brasil. E há aqueles que vieram fugindo das guerras, principalmente a segunda guerra mundial. Destes, muitos migrantes são expatriados políticos ou religiosos.
Os países que possuem as maiores colônias eslovenas pelo mundo são os países vizinhos (Itália, Áustria, Hungria e Croácia), a Austrália, os Estados Unidos e a Argentina.

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4    nov 201316 Comentários

Genealogia basca – Entrevista com Diego Moreira

Diego Moreira

É com muita alegria que apresentamos hoje uma entrevista com um pesquisador da genealogia basca. Trata-se de Diego Moreira, que nasceu e vive no Rio de Janeiro, tem 31 anos, casado com a Lucimar e pai do Daniel e da Mariana, de 4 e 2 anos de idade. Diego é professor de Geografia na rede privada de ensino no Rio de Janeiro e em Niterói e atua com alunos do ensino médio e preparação para o vestibular.

MH- Diego, você está fazendo um trabalho fantástico de levantamento de imigrantes bascos radicados no Brasil. Poderia me contar um pouco mais sobre este projeto?
DM- Decidi pesquisar a presença basca no Brasil tomando como ponto de partida a minha própria história familiar. Sou bisneto de uma imigrante basca, Pura Larrabeiti Goiry, nascida em Derio, na província de Vizcaya, na Espanha.
Iniciei o trabalho em casa, levantando informações com familiares próximos. Depois descobri ferramentas na internet que dão acesso a informações relevantes sobre os nascidos na região, como batismos, casamentos e obituários. Com esses dados trilhei caminhos que me levaram a identificar mais de 150 ancestrais, nascidos do século XIX ao XVI. Incluindo cinco gerações completas (até os trisavós) e 88% dos ancestrais da sexta geração (tetra-avós) até o momento. Os dados incluem também indivíduos da sétima até a décima geração de ancestrais de minha bisavó.

O projeto em si foi pensado para ser realizado em parceria com as famílias de origem basca. O objetivo é pesquisar a ancestralidade e a descendência de imigrantes bascos radicados no Brasil. O elemento central da pesquisa é o imigrante, que representa o elo entre os mundos. As famílias auxiliam com informações sobre a descendência e eu pesquiso a ancestralidade.
O resultado desse trabalho abordando vários imigrantes será, sem dúvida, um valioso estudo da imigração basca para o Brasil e da genealogia basco-brasileira. Abre-se a possibilidade para estudar a contribuição dos bascos para o caráter multiétnico do povo brasileiro, sua identidade e sua representação coletiva. Pretendemos incluir o georreferenciamento das informações, o que nos permitirá elaborar um mapa sobre a imigração basca para o Brasil, tanto em relação à origem dos imigrantes, quanto em relação à dispersão de seus descendentes pelo Brasil e pelo Mundo. Quanto mais famílias aderirem ao projeto, melhor e mais completo ele se torna.

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