2    ago 20162 Comentários

Tribal Quest: de volta de Papua Nova Guiné

Nós acabamos de completar a nossa expedição Tribal Quest em Papua Nova Guiné. Para nós foi uma experiência incrível, documentar as histórias familiares das pessoas que vivem lá. É importante que estas sejam preservadas, uma vez que podem ser de outro modo perdidas para sempre.

Viajamos por cinco estirpes diferentes, em diferentes regiões do rural Papua Nova Guiné, onde vivemos com as famílias locais e trabalhamos juntos para preservar suas histórias únicas para as gerações futuras.

Esta viagem foi a segunda expedição do nosso projeto Tribal Quest. Mais sobre a nossa iniciativa global, você pode aprender no site do Tribal Quest.

Papua Nova Guiné é um dos lugares com maior diversidade cultural do planeta. Com 7 milhões de pessoas em uma área de 460.000 quilômetros quadrados, os tribos vivem separados uns dos outros através de florestas, rios e montanhas.

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22    jul 201623 Comentários

9 erros cometidos por iniciantes da genealogia (e como evitá-los)

Todos nós cometemos erros e temos que saber viver com isso. E na genealogia as coisas não são diferentes. Nós somos motivados pela curiosidade e pelo amor, queremos saber sempre cada vez mais sobre os nossos antepassados e, às vezes, agimos rápido demais, sem atentar muito para os detalhes...

Mas cada um de nós, já foi iniciante um dia. E no começo fazemos erros (e às vezes persistimos no erro). Por isso fizemos uma lista com os 9 erros mais comuns, para que você, iniciante, possa começar a sua pesquisa do jeito certo e para que você, mais experiente, possa ver se você já está fazendo tudo do jeito certo ;-)

Comente no final do artigo, se você aprendeu algo novo ou se você acrescentaria alguma coisa à lista!

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5    jul 20160 Comentário

A regra dos três Cs

Este artigo foi escrito por Kate Eakmann, uma genealogista do site Legacy Tree Genealogists, um parceiro de pesquisa que nós do MyHeritage recomendamos. Kate fez mestrado em história e adora ajudar as pessoas a visualizar a vida dos seus antepassados. Ela tenta sempre "pensar fora da caixa" para descobrir detalhes preciosos sobre a família das pessoas que pesquisa.

Hoje ela vai falar um pouquinho sobre o que fazer quando você herda a pesquisa familiar de um parente. Você também acaba de ganhar a pesquisa da sua avó, um tio-avô ou até mesmo de um parente mais distante, pois ele ouviu falar que você "faz genealogia"? Então, agora você deve estar pensando o que fazer com todo o material herdado...

Aqui estão três dicas fáceis, para integrar esta herança à sua própria pesquisa.

1. Classificar
Olhe cada página recebida.

  • De que documento se trata? É uma foto, uma carta, página sobre um grupo familiar, censo, testamento, artigo de jornal, ou algo mais?
  • Sobre quem é? Esta página trata de somente uma pessoa, uma família, ou múltiplas gerações de uma família? É possível que um item seja sobre uma pessoa, ou pessoas, da(s) qual(is) você nunca tenha ouvido falar.

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27    abr 20160 Comentário

9 dicas para encontrar informações sobre casamento

Você está tentando encontrar informações sobre o casamento de antepassados seus, mas não está achando nada? Você já foi até a paróquia mais próxima do lugar de residência deles, mas ainda não sabe a data em que eles se casaram? Também já tentou todas as possibilidades mais óbvias como perguntar para os parentes, já vasculhou a papelada, mas ainda assim não consegue decifrar este mistério?

Então temos boas notícias para você :-) Hoje compilamos 9 dias de outros lugares onde você pode tentar encontrar informações de casamento, que talvez ainda não tenham sido devidamente exploradas.

Imagem: todocoleccion

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1    abr 20168 Comentários

11 dicas para tirar fotos melhores com seu celular

Tirar fotos em eventos familiares costumava exigir uma grande produção. Eu me lembro de minha mãe ligando para fotógrafos, pedindo orçamentos e de termos uma pessoa estranha nos dirigindo e dizendo o que fazer ou não fazer em eventos especiais, como casamentos.

Mas também costumávamos contar com alguém da família para registrar os momentos especiais (como as bodas de ouro da minha avó, batizados, aniversários, etc.). Na minha família meu tio Cláudio era o escolhido para a função. Ele adorava tirar fotos e sempre tinha os últimos modelos das máquinas mais sofisticadas. Era ele o responsável por comprar filme, pilha, por mandar revelar as fotos depois e até tirar cópias ou fazer ampliações. Ele sempre tentava tirar pelo menos uma foto com toda a família reunida. Porém, na época de fotos não digitais, esta era uma tarefa ainda mais complicada... Às vezes, só notávamos depois do grupo começar a dispersar que alguém estava faltando na foto. Ou só víamos depois da foto já ter sido revelada, que ela tinha ficado tremida ou fora de foco.

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10    fev 201614 Comentários

Dicas para uma pesquisa genealógica

A regra principal na pesquisa genealógica é como numa outra pesquisa qualquer: anote tudo! Anote todos os nomes, dados, locais e fontes que você vai usar.

O começo da pesquisa

Comece consigo próprio! Consulte a sua própria certidão de nascimento. Nesse documento já constam os nomes dos seus pais, dos seus avós maternos (pais da sua mãe) e dos avós paternos (pais do seu pai). Se você consultar a certidão dos seus pais, o que não é muito difícil, terá pelo menos os nomes de mais uma geração. Depois, pergunte a eles pelos nomes completos deles, incluindo quaisquer nome que eles têm ou tiveram no passado, e que não aparecem na sua certidão de nascimento. Especialmente as mulheres costumam mudar de sobrenome depois do casamento.

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4    fev 201620 Comentários

Hospedaria da Ilha das Flores

Dependendo se você mora no Brasil ou em Portugal, quando pensamos nos nossos antepassados partindo para o Brasil, ou chegando por aqui, muitas vezes nós nos lembramos da Hospedaria dos Imigrantes, em São Paulo. Aquele foi o local onde muitas pessoas passaram, após sua chegada no país. Era um local de abrigo, de cadastramento, de encontros e orientação, uma preparação para o que estava por vir, na grande aventura de se deixar o próprio país, para tentar a sorte em um outro local.

Hospedaria da Ilha das Flores - Fonte: Coleção Leopoldino Brasil, hospedariailhadasflores.com.br

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24    jul 201538 Comentários

Como iniciar a sua árvore genealógica?

Como a genealogia e a busca pela história da família está começando a se tornar uma tendência, recebemos muitas vezes a pergunta: Como posso começar a minha árvore genealógica? Ele é repetida como um mantra.

Ela nos vem através das redes sociais, blogs e até mesmo e-mails. Muitos usuários dizem não ter nenhum tempo livre, outras pedem orientações mais claras e outros ainda dizem precisar de um verdadeiro GPS, que lhes apontem a direção a seguir.

Crédito da imagem: pichost.me

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1    jul 20154 Comentários

8 motivos pelos quais a chuva não tem que estragar seu inverno (ou verão)

O inverno no Brasil pode ser quente e seco ou chuvoso e até mesmo frio. O tempo é imprevisível e temos que tentar nos adaptar, o que também significa que devemos estar preparados para o sol ou chuva. Quando o sol brilha, a lista de possíveis atividades durante as férias escolares é muito grande: praia, passeios de bicicleta e pesca, para citar apenas alguns. Mas o que fazer quando chove e somos forçados a ficar dentro de casa, é um pouco mais difícil.

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5    jun 201523 Comentários

Sobrenomes no Brasil = Dificuldade e confusão

Quem entre vocês sabe exatamente que sobrenome adicionar à sua árvore? Quando falamos dos pais até é mais fácil, mas e o sobrenome da mãe? Devemos usar o sobrenome de solteira ou de casada? E porque os sobrenomes às vezes são tão diferentes dentro da mesma família?

O genealogista Anibal de Almeida Fernandes nos presenteou com o texto abaixo e explica como os sobrenomes (principalmente os de origem portuguesa) surgiram com o passar do tempo e o que esta herança portuguesa nos deixou na questão genealógica. Aconselhamos a todos os nossos usuários que leiam o texto com muita atenção. Ele é realmente muito importante para todos aqueles tentando encontrar seus familiares.

Muito obrigada Anibal por este verdadeiro presente!

Quem quiser ler mais textos do genealogista acesse: www.genealogiahistoria.com.br

Imagem: wikipedia.pt

Desde a Idade Média e até ao século XVIII, em algumas zonas rurais portuguesas as pessoas eram conhecidas apenas pelo nome próprio, ao qual era acrescentado o patronímico (nome do pai), para os rapazes, e o matronímico, (nome da mãe), para as moças. Em casos mais raros podia o rapaz ser conhecido pelo matronímico, por exemplo, se não tivesse pai, ou a moça pelo patronímico, no caso, por exemplo, de o pai ser de uma família mais distinta do que a da mãe. A partir do fim da Idade Média, numa lenta transição das urbes (cidades) para o campo, e do litoral para o interior, os patronímicos tendem a fixar-se, transmitindo-se sempre o mesmo, já como sobrenome de uma determinada família que o usa em comum.

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