3    fev 20140 Comentário

Post de uma convidada: Maria Lúcia Bernardini

Hoje temos o prazer de trazer para vocês o texto de uma usuária do site de MyHeritage: Maria Lúcia Bernardini, de Itu/SP. Só que ela, hoje, não veio nos falar da sua história familiar, mas sim, resolveu fazer uma reflexão a partir de uma propaganda que leu em uma revista - a despedida da Kombi. Ela então reflete sobre o testamento do automóvel e os testamentos das pessoas e nos mostra como é difícil quando um testamento não é escrito. Como isso pode levar a desentendimentos ou, até mesmo, rompimentos entre familiares.

Boa leitura!

"Os últimos desejos da Kombi e a árvore genealógica

Imagem: http://blogdakombi.copava.com.br

O pretexto para esta reflexão é Últimos desejos da Kombi antes de partir.

Fique à vontade! Após visitar esse “link”, ler e assistir aos vídeos, continuarei a refletir.

Como foi emocionante e admirável a forma encontrada para a despedida da Kombi.

Com relação aos seres humanos, os legados materiais são muito complicados. Não é raro que o falecimento de alguém, por causa de partilha injusta, cause um rompimento familiar e, com o passar das gerações, essa partilha seja motivo de mágoas, rusgas, desentendimentos, falta de relacionamentos entre os descendentes...

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3    jan 2014112 Comentários

Sobrenomes: As tradições de cada país

Há algum tempo atrás, publicamos aqui no Blog do MyHeritage um post sobre os sobrenomes/apelidos dos nossos usuários e demos a chance a cada um de nos perguntar a frequência com a qual determinado sobrenome aparece no nosso site. Como este post foi bastante comentado, resolvemos trazer para vocês um pouco mais de informações sobre este assunto.

O sobrenome de uma pessoa é transmitido por descendência e dado de acordo com a lei ou com o costume de cada lugar. Muitas culturas têm hábitos diferentes sobre como os nomes são repassados de geração em geração.

Os primeiros sobrenomes foram dados na Idade Média, mas no início só os nobres tinham um complemento para seus nomes próprios. Com o passar do tempo e com o aumento populacional um nome só não era mais suficiente para que as pessoas pudessem ser distinguidas. Começa assim o hábito de se usar um sobrenome, que era dado de acordo com diferentes critérios:

  • Nomes patronímicos: são sobrenomes derivados do nome próprio do pai. Formam-se assim nomes como Henriques, Rodrigues, Nunes, Fernandes, Gonçalves, Esteves e Álvares, onde a terminação -es significa "filho de".
  • Nomes toponímicos: são sobrenomes que descrevem o local de nascimento, residência, terras de propriedade, um rio ou uma região relevantes para determinada pessoa. Encaixam-se nessa regra sobrenomes como Almeida, Andrada ou Andrade, Barcelos, Barros, Bastos, Castelo Branco, Cintra (de Sintra), Coimbra, Faria, Gouveia, Guimarães, Lima (nome de um rio, não a fruta), Lisboa, Pacheco (da vila de Pacheca), Porto, Portugal, Brasil, etc.
27    dez 201314 Comentários

Você já foi a um museu?

Muito provavelmente a resposta para a minha pergunta logo acima é não. De fato, pesquisas recentes mostram que mais de 90% dos brasileiros (dependendo da pesquisa por mim realizada, os números variavam de 90 a 96%) nunca visitaram um museu em suas vidas.

O IBRAM - Instituto Brasileiro de Museus - em um relatório de 2010, demonstra que dos 5.564 municípios brasileiros, 1.172 possuem um museu – uma taxa de 21,1%. A maior parte dos municípios deste universo (771) possui apenas um museu.
As regiões Sudeste (1.151) e Sul (878) detêm a maior quantidade de instituições. Outra conclusão (talvez não inesperada) do estudo é que a maior parte dos museus brasileiros (30,5%) está localizada em capitais.

Mas a notícia boa é que agora já se pode visitar vários museus brasileiros sem que seja necessário sair de casa. O site Era Virtual iniciou um projeto de digitalização do acervo de vários museus, para que fosse possível visitar virtualmente museus de Santa Catarina, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Museu da Inconfidência - Imagem: museu.gov.br

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21    dez 20130 Comentário

Tradições familiares natalinas: quais são as suas?

Fonte: Dwellingsbydevore

Você sabia que as árvores de Natal eram originalmente penduradas de cabeça para baixo no teto, em alguns países? Ou que até 100 anos atrás era ilegal celebrar o Natal em partes dos Estados Unidos?

Muitas tradições de Natal, ainda comuns hoje em dia, já tinham lugar há milhares de anos, de uma forma ou de outra. Alguns costumes, como a troca de presentes ou canções de Natal foram rastreadas até os tempos da Mesopotâmia!

Quando começamos a celebrar o Natal como o conhecemos hoje?

Em 1647, o Parlamento Inglês aprovou uma lei tornando ilegal a celebração do Natal. A proibição foi abolida em 1660. Durante o reinado da rainha Vitória, o Natal era uma época para presentear e tornou-se uma época especial para as crianças. Na América colonial , o Natal não era celebrado como o conhecemos hoje. Inclusive, nos EUA era ilegal celebrar o Natal, até cerca de 100 anos atrás.

Apesar dos costumes se desenvolverem em diferentes países, nós celebramos muitas das mesmas tradições neste feriado.

De onde se originaram algumas das nossas tradições favoritas de Natal?

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22    nov 201331 Comentários

5 coisas que seus avós faziam e que você não sabe fazer

#piccshare_pic_options, #piccshare_pic_options > *, #piccshare_tint, #piccshare_logo { border-radius: 0; -moz-border-radius: 0; border: none; margin: 0; padding: 0; }Você já parou para pensar nas coisas que seus avós faziam, mas que você não faz mais pois a prática se tornou desnecessária com o tempo, ou por você não fazer a mínima ideia de como fazê-lo? Hoje listamos aqui 5 destas habilidades perdidas com o tempo! Mas podemos e queremos aumentar a lista. Então, se se lembrar de alguma outra coisa é só dizer!


1- Habilidade para escrever longas e frequentes cartas, escritas à mão! Concorda que nos tempos de e-mail e celulares esta é uma habilidade quase em extinção?

Cartas

Quantos de vocês ainda escrevem cartas à mão e as enviam pelo correio? Minha mãe, para citar um exemplo real e próximo, só escreve emails ou manda mensagens de texto pelo Whatsapp. E estes dias tentei explicar pra minha filha o funcionamento do correio, ela achou um absurdo que vão vários dias para uma carta chegar da casa da madrinha até a nossa.

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3    out 20130 Comentário

A jornada de Ty – Terceira Parte

Nesta semana, Ty viaja de Dublin, na Irlanda, para Paris, na França e continua contando a sua história familiar, suas aventuras e dando dicas de viagem!

"Neste novo blogpost, como sequência dos posts que estou escrevendo para MyHeritage, eu fui de Dublin para Paris, onde passei algumas poucas noites e, então, continuei minha viagem até Villedieu Poeles, situada 2 horas a oeste de Paris. Esta área é conhecida pela mineração de cobre, artesanato e pelas raízes que chegam aos tempos do Rei Henrique I (filho de William, o conquistador), os cavaleiros hospitalários, os cavaleiros templários e os cavaleiros de Malta.

No meu primeiro dia completo em Paris visitei a Torre Eiffel duas vezes, uma no início da tarde e a outra vez depois que o sol se pôs. Um outro escritor de viagens me pediu para postar algumas fotos da Torre à noite, então, ei-la.

Torre Eiffel à noite, durante o show de luzes.

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23    ago 20135 Comentários

A jornada de Ty – 2º Parte

Quando se viaja para o exterior, você tem a oportunidade de visitar a sua casa ancestral, bem como os edifícios e locais importantes que poderiam ter sido relevante para a vida do seu antepassado. Estes incluem casas de culto, escolas, empresas, praias, parques e outros locais de seus antepassados ​​podem ter frequentado.

Catedral de Salisbury

Além disso, você pode ser capaz de visitar arquivos originais de documentos para sua família, incluindo bibliotecas, arquivos e cartórios de registro. No entanto, apenas aparecendo em um local nem sempre vai fazer muito bem. É importante pré estabelecer um plano e fazer o trabalho de preparação antes de visitar, ou você poderá se frustrar e sair com pouco valor real.

Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo a tirar o máximo proveito de sua visita.

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26    jun 20132 Comentários

Feira Medieval em Portugal

Todos os anos, na primavera europeia, as Feiras Medievais fazem da história uma festa.

Os cenários já estão prontos na maioria das vezes, são locais históricos, castelos e cidades com uma participação importante na história do país.

Uma das mais importantes destas festas é a Viagem Medieval de Santa Maria da Feira. Já comentamos aqui sobre esta festa e este ano, ficamos mais ainda satisfeitos quando nossa equipe teve o prazer de conversar com a genealogista Maria Madalena sobre o intenso trabalho que a equipe de eventos da feira realiza nos meses que antecedem.

Não só cenários, roupagem ou hábitos que as equipes da feira reconstroem e fazem a alegria dos visitantes. Todo um levantamento histórico documental é realizado para permitir mostrar a história exatamente como ela aconteceu.

Este ano, um dos trabalhos de Maria Madalena foi a genealogia e história da Rainha de Portugal, Dona Maria Urraca.  E para quem faz genealogia, estar com documentos antigos, ter acesso a livros e acervos que contam a história de um país já é um grande prazer. Parte desta história pode ser contada por Maria Madalena em uma matéria anterior.

As recriações são tão rigorosamente perfeitas que levam o visitante por uma viagem na Europa Medieval, onde le pode participar como expectador ou personagem. (roupas medievais são alugadas no evento).

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25    jun 20131 Comentário

O Lavrador e o Sapateiro

Conforme havíamos prometido, a postagem de hoje é um aviso de lançamento de livro do genealogista Rodrigo Trespach.

A alguns dias atrás, publicamos uma entrevista com o autor de "O Lavrador e o Sapateiro" que mostra a colonização do Sul do Brasil, (RS), pelas famílias de imigrantes alemães.

O livro será lançado em na 4º Feira do Livro de Tramandaí, RS que se realizará em 12 de julho, às 19h e terá sessão de autógrafos quando Rodrigo Trespach poderá encantar seus leitores com seu conhecimento e talento para descobrir histórias na sua família e nas inúmeras famílias de imigrantes alemães.

Quem está pensando em conhecer pessoalmente Rodrigo Trespach, é uma ótima oportunidade.

O livro está sendo vendido com antecipação na Editora da PUCRS .

Rodrigo nos dá uma pequena amostra de seu trabalho em um texto exclusivo que publicamos dele. Veja o texto.

Agora vamos conversar sobre um outro assunto.

Muitos de nós, que estamos escrevendo a história de nossa família, já pensou ou está pensando em publicar um livro. nossa equipe apoia estas iniciativas, ajudando na divulgação de seu trabalho.

Se você é escritor ou pretende ser, não deixe de nos comunicar quando seu trabalho estiver pronto e esperando para ser lançado. Podemos te ajudar.

Rodrigo Trespach, com grande experiência na publicação de seus livros também poderá auxiliar e se você desejar falar com ele, deixe seu recado em nossos comentários.

23    mai 20130 Comentário

Nossas Crianças

Como seria o mundo se quem o governasse fosse uma criança?

Ingênuo, puro, mais humano?

Inocente talvez, um pouquinho desarrumado também, mas de uma coisa todos nós teríamos certeza. Seria muito mais divertido.

A visão das crianças do mundo, das coisas que as cercam, dos obstáculos e das dificuldades são totalmente diferentes da visão de um adulto e não importa se a criança é do primeiro mundo ou do terceiro mundo.

Por exemplo, na frase acima, uma criança inevitávelmente iria perguntar onde é o segundo mundo.

Já vi diversos trabalhos magníficos sobre esta visão infantil que para alguns adultos são incomodas mas para outros adultos são como pérolas de lembrança de uma infância rica em criatividade e pureza.

Nós pais, já ouvimos muitas pérolas de nossos filhos, até guardamos em nossas árvores algumas frases que eles, em um momento de criatividade, de dúvida ou de intenso "conhecimento" tentaram explicar um fato, um caso ou tentaram exprimir uma reação.

Hoje, se nossos filhos, que já são adultos, ouvissem de nós as lembranças destas coisas a reação seria de descrença e de dúvidas: — Eu falei isso? Não acredito.

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