Procurando parentes desaparecidos
Todos que começam a fazer a sua árvore genealógica, vão deparar com um mesmo problema.
Parentes desaparecidos ao longo dos anos.
São aqueles parentes que muitas vezes são denominados pelos mais velhos como : — Um primo do seu avô, que nem sei mais por onde anda.
Este tipo de parente é um dos mais difíceis de ser encontrado, muitas vezes sumiu no tempo e levou junto com ele um ramo inteiro de nossa árvore. Um enigma digno de um genealogista Sherlock Holmes.
Mas, quando é achado, trás consigo surpresas incríveis. Nomes de pessoas que você nem imaginava que fizessem parte de sua família e histórias fantásticas de irão compor a sua História Familiar.
Um acontecimento muito interessante nos faz refletir sobre estefato que encontramos em quase todas as pesquisas. Leia a história a seguir.
A revista Galileu publicou a incrível história da família Likov que ficou 40 anos totalmente isolada do resto do mundo nos campos gelados da Sibéria na Rússia, onde foram descobertos por acaso.
Em 1978, uma equipe de geólogos russos foi incumbida de estudar uma região inóspita e inabitada da Sibéria, o piloto do helicóptero que os conduzia percebeu na paisagem uma clareira inegavelmente feita por mãos humanas. Perceberam também uma construção em péssimo estado que fazia parte da clareira. Ao pousarem, o espanto foi ampliado quando da misera casa, (foto de abertura), saiu um velho senhor que se apresentou como Karp Lykov e junto com ele, duas de suas filhas. O afastamento da sociedade levou as moças a se comunicarem por grunhidos e as poucas palavras eram de cunho religioso. O motivo do isolamento, depois investigado, é que Karp Lykov optou por se isolar naquela região em 1936, após constatar que o regime soviético, então ateu, iria afastá-lo da sua Fé cristã, e para proteger a sua família, isolou-se. Durante 40 anos viveram totalmente sem outro contato humano que não fosse a família, sendo que duas das filhas nasceram no isolamento e jamais haviam experimentado um pedaço de pão na vida. A matriarca morreu em 1961 de fome durante um dos mais rigorosos invernos na região. 3 dos 4 filhos morreram antes de 1981 com problemas de rins e acredita-se que uma das moças encontradas com Karp em 1978, tenha falecido devido a diferença da alimentação selvagem e a civilizada oferecida no contato com os geólogos. Karp morreu em 1988 e a única sobrevivente teve paradeiro ignorado. Talvez fosse melhor não terem sidos encontrados.
Que história incrível não é? Mas o que podemos perceber é que os motivos que levam ao afastamento das família até ao ponto de se perder o contato, pode ser o mais diverso possível, mas este afastamento pode durar até mais tempo que o tempo da família Lykov. Alguns destes afastamentos podem durar gerações.
Os motivos que levam familiares a se afastarem é muito amplo e vai desde motivos religiosos, como o da família Lykov, melhoria profissional e até os motivos geográficos, o que é mais comum.
Na minha família existe alguns destes casos e são muito frequentes em muitas famílias. Meus primos por parte de pai, é um destes casos. A minha tia paterna, mudou-se do interior para a capital para trabalhar e lá constituiu família, foram anos de afastamento e a pouco tempo atrás encontrei e fiz contato com alguns destes meus parentes para completar a estrutura genealógica da família. Para minha surpresa, foram centenas de inclusões em minha árvore, pois a família havia se multiplicado em muito. Hoje, muitos deles já frequentam este pequeno pedaço comum chamado Site da Família e já trocamos desdes fotos e lembranças até momentos tristes que ficariam sem o nosso conhecimento se a separação familiar persistisse.
Se na minha família o motivo foi geográfico, em muitas outras famílias também foi e eu não me refiro a imigração e sim ao afastamento voluntário ou acidental das pessoas pelos mais diversos motivos.
Mas, sempre vai existir em cada um de nós a curiosidade latente de conhecer estes elos perdidos e sem dúvida alguma, sairemos em busca desta pessoas que fazem parte de nossa família e que não conhecemos ainda.
Mas muitas árvores estão cheiras de ramos faltantes e quem faz genealogia sabe que estes buracos devem ser preenchidos. Procurar pessoas pelo sobrenome em redes sociais e na internet já é comum a muitos de nós. Alguns até mesmo criam páginas especificas pelo sobrenome e assim se colocam na mira de outras pessoas que compartilham o mesmo sobrenome para poderem localizar e confirmar o parentesco. Muitas pessoas acham que não funciona este recurso de se expor para ser encontrado, mas é um dos mais eficientes métodos para encontrar parentes. Minha experiencia comprova que na maioria das vezes eu era o elo perdido de muitos dos meus parentes e só me encontraram por que um dia eu decidi me "expor", criando uma clareira onde as pessoas pudessem enxergar e fazer contato.
Você tem parentes desaparecidos? Ou será você que é o desaparecido e não percebe isso.
Se você tem experiencia em encontrar pessoas da família desta forma, conte para nós, nós adoraríamos conhecer a sua história. Ou você pode usar os comentários abaixo ou encaminhar um e-mail para stories@myheritage.com e não se esqueça de colocar o país de onde você escreve.

fevereiro 22nd, 2013 - 11:06
fevereiro 22nd, 2013 - 14:18
fevereiro 22nd, 2013 - 14:30
Gostaria muito de encontrar este irmão meu a muito tempo desaparecido ou seus familiares,como poderia tentar encontra-los?
fevereiro 22nd, 2013 - 16:57
A última notícia que tive foi em 1972 de meu tio Manoel Fernandes Calhabeu que na época residia em Ribeirão Preto
Desconheço a localização de todos os descendentes de meu tio Izaltino (Nenem) de Souza Queiroz
Sonho ainda encontrar qualquer parente de ambas as partes.
Agradeço toda informação
fevereiro 25th, 2013 - 00:42
fevereiro 25th, 2013 - 00:44
fevereiro 25th, 2013 - 23:02
fevereiro 25th, 2013 - 23:17
março 17th, 2013 - 09:39
março 17th, 2013 - 20:58
Nome da minha mãe:
Maria Batista dos Santos, casada com Isauro Moreira dos Santos
primeiro filho Elizeu Moreira dos Santos
nome da minha tia:
Sebastiana Batista de Toledo casada com (Azarias ou Zarias)Barbosa Duarte
primeiro filho Dirceu
Morava na fazenda Souza Leão em Tupa em 1951 no ano seguinte 1952 mudaram para o Parana em uma Fazenda no municipio de Astorga
Os pais delas Se chamava:
João Batista de Toledo e Lucinda Silveira dos Santos
O pai de( Azarias ou Zarias) chamava Antonio Barbosa e seu irmão Joaquinzinho e seu primo Joaquim Barbosa da Silva casado com Isabel Moreira dos Santos.
março 17th, 2013 - 21:00
Obrigada!
março 23rd, 2013 - 01:31
março 28th, 2013 - 04:06
a situação financeira estava difícil.Quando ele ouvio pela CBN uma noticia, que na Islandia estavam convocando brasileiros para trabalhar naquele pais. Eles suspenderan os estudos saíram entre quatro amigos .chegando no destino era só golpe.Não tinha nada.eles ficaram sem dinheiro ,e eu tive que fazer empréstimo para socorrer ele de volta
Chegando na Espanha eles conseguiram serviço,fala quase todos os meses no natal de 2001 ele telefonou ele falou diferente comigo, parecia que ele não podia falar. desde dessa data nunca mais e o ouvi a sua voz, o outro meu filho conseguio duas foto dele.e disem que ele esta em La Corunia ou Sevilha se alguém conhecer manda noticia nesse site
O nome dele é Ismael da Slva Junior nasceo em 22/01/1970.
março 29th, 2013 - 04:07
Estamos torcendo para que alguém possa ajudá-lo e que esta história termine bem.
abril 6th, 2013 - 03:45
Apenas tenho conhecimento do sobrenome PRIOR,nascí em 52 e os irmãos eram mais velhos,nascidos no RGS
abril 21st, 2013 - 12:52
abril 21st, 2013 - 13:05
abril 28th, 2013 - 02:43
o nome de meu Pai era Paulino Antonio de Camargo , filho de :Branca Miranda de Camargo e .......... tinha um irmão de nome Armando e outro Alfredo casado com Irene que tinha duas filhas e um filho ( Marcia/Marilda e Jairo) , irmãs Benta e Mina , qualquer coisa me escreva (geralca_@hotmail.com) eu tambem me lembro de um rapaz de nome se não me engano Paulinho ou Zezinho ele tinha uma perna mais curta que a outra
abril 28th, 2013 - 17:20
abril 29th, 2013 - 03:11
abril 30th, 2013 - 21:36