20    dez 201227 Comentários

Estamos procurando a sua história

Estamos vivenciando as Festas de Final de Ano. Natal e Ano Novo.

É costume no Brasil e em Portugal a celebração destes feriados em Família.

Estas festas familiares são a época ideal para se descobrir novas histórias familiares.

MyHeritage esta em busca destas histórias. De histórias que demonstrem para todos o poder da União Familiar e de como este laço pode representar tanto na vida das pessoas.

Mensalmente os demais blogs de MyHeritage publicam histórias de usuários que desejam mostrar para todos as suas incríveis histórias de encontros, de lutas e de vitórias.

Brasileiros e portugueses, sem nenhuma chance de errar, são os que mais tem historia para contar.

Quase todas as famílias destes países já vivenciaram a distancia da imigração, as dificuldades e as saudades vividas por seus parentes no passado e até mesmo agora.

Um site familiar trás estas histórias para a luz do conhecimento. Especulamos, pesquisamos e na maioria das vezes encontramos em nossas pesquisas algumas destas histórias.

Você sabe muito bem que junto com uma informação genealógica vem toda uma história contada pelos mais  velhos. Estas histórias não podem ficar apenas na saudade.

Você desejaria nos contar algumas desta histórias? Que tal escrever um e-mail para stories@myheritage.com e dizer apenas: — Me contatem, eu tenho muito para contar. Nossa equipe vai se sentir honrada e poder trazer a sua história para nosso blog.

Vamos esperar seu e-mail.

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  1. Estou a procura de minha arvore
  2. DECISÃO DE NATAL

    Ao poeta LINDOLF BELL

    Ao acordar, lembrou: 24 de dezembro! O grande dia. O dia pelo qual espera o ano todo. Todos os anos. Neste dia, parece, depender só dele a felicidade de todo o planeta.

    As pessoas, as crianças, estão cada vez mais difíceis de serem contentadas. Antigamente bastava uma boneca de pano, uma bola, um carrinho de madeira, para exultarem de alegria. O velho sente saudades daqueles dias onde tinha o que fazer durante o ano todo fabricando os presentes que distribuía no grande dia, mas hoje... qual nada. As linhas de montagem roubaram sua ocupação. Hoje ele depende dos grandes fabricantes, das marcas e griffes famosas para proporcionar alegria. Alguma alegria.
    Era com sentimentos confusos assim que o pobre velhinho ia enchendo seu saco! "Será que nestes anos todos, que já se somam em séculos, não estive errado? Desejando trazer a felicidade através de bens materiais, supondo que o TER é mais importante que o SER?"
    À medida que refletia, ensacava os objetos com lentidão cada vez maior, até que se deteve por completo.
    "Nestes dias de consumo insaciável, a felicidade que por acaso proporciono, geralmente se extingue com as luzes das festividades”. Enquanto assim refletia, eis que de sua memória centenária vem-lhe o verso do poeta: “menor que meu sonho não posso ser!"
    "É isto!” pensou! "As pessoas estão fazendo sonhos impossíveis! A felicidade consiste em realizar sonhos. Desavisados e sitiados por propaganda implacável a sugerir-lhes bens e consumo, sonham sonhos equivocados; absurdos alguns, irrealizáveis outros. Quando resultam menores que seus sonhos se tornam infelizes! Sim, o mundo hoje comporta infelizes demais. Há que se fazer algo e urgente!"
    Angustiado com tais pensamentos o velho se levantou, virou seu saco de boca para baixo e sacudi-o despejando o que já tinha juntado. Foi à biblioteca e de lá retirou todos os livros de poesia que encontrou - e não eram poucos! Havia poetas de todos os países e de todas as épocas e com eles foi enchendo o seu saco com uma alegria crescente, pois estava cada vez mais convicto que tinha tomado uma decisão acertada: "O que este mundo precisa é de poesia. Poesia, literatura feita com a alma”.

    Cezar Zillig
  3. Isso é muito bom pois estou determinada a escrever um Livro com a minha historia. Obrigada pelo estimulo e gostaria de aprender como começar a fazer isso. Grata.
  4. Adoraria participar deste evento sobre histórias familiares, mas creio que não seja a única, mas só existem pequenos fragmentos de historia familiar, jamais daria um conto.
    Vou gostar de ler as de outros que tenham muito para contar.
  5. Minha história de família já está pronta e tem até título, só falta oportunidade para publicação a fim de compartilhar com interessados. Tudo surgiu a partir de pesquisas na minha árvore genealógica em My Herytage.
    Conto com a parceria de voces, abraços!
  6. Sou Tiago Gusmão(José Tiago de Gusmão Campos). Descendente
    dos Manahes e Gusmão da família de Campos. Sou filho de Com-
    ceição Manhaes de Gusmão(Casada Gusmão Campos).E sou neto
    de Otávio Cezar de Gusmão e Olivia Manhaes de Gusmão. Meu /
    Gmail. Tiagoenorma@gmail.com.
  7. Domingo, 1907, inaugurado solenemente o caminho de Ferro de Guimarães a Fafe.
    Ao meio-dia a máquina Porto, auxiliada pela Negrelos, segue com 17 carruagens de 1ª e 2ª classes, conduziu mais de 1000 passageiros para Fafe.
  8. Deixo aqui a minha homenagem ao Poeta Alphonsus de Guimaraens e Cepães, de seu nome completo: Afonso Henriques da Costa Guimarães, latinizado, para se diferenciar de seu primo, com o mesmo nome. (1870-1921). Nasceu em Ouro Preto, e faleceu em Mariana Brasil.
    Apaixonado por sua prima; Constança, que faleceu aos 17 anos, referindo-se-llhe disse: - "Por ela onde chorar os cinanomos", "aquela que morreu silente e fria"... (in Dinastia de Poetas).
  9. Eu gostaria muito de fazer a minha árvore genealogica e preciso de
    ajuda.
    Obrigada,
    Elvira
  10. Gostaria de saber que parentes ainda tenho é aonde estão a necessidade que tenho é por ter passado por um aperreio brabo de saúde.
  11. Duas descobertas relativamente recentes mudaram para melhor minhas convicções pessoais: os sites de pesquisa e o DNA. Filho de pais separados, fui criado nos 10 primeiros anos por minha avó materna, com ajuda de vizinhos. O ambiente era de miséria física, mas não moral, como hoje em dia.
    Devo informar que sou pardo, de cabelos lisos e olhos verdes. Tenho 76 anos de idade neste momento. Cabelos brancos...
  12. Se meus sobrenomes femininos de família tivessem sido preservados, hoje eu seria HELIO D'ANGELO VISCONTI DANSA PRAT, Dansa Prat pelo lado de meu pai, D'Angelo Visconti pelo lado de mamãe. Pesquisando VISCONTI, cheguei a Milão, na Itália. Pesquisando Dansa Prat cheguei a Barcelona, na Catalunha, província hoje separatista da Espanha. Nada de especial consegui descobrir na minha linha paterna, salvo o aeroporto de Barcelona chamar-se El Prat de L'Obrigat.
  13. Pelo lado de mamãe consegui chegar muito longe no tempo, retrospectivamente. Se me proponho a contar essa parte de minha história de família, é porque houve aqui, no Brasil mesmo, uma história ultra-romântica que passo a narrar: Vovó aludia com frequência a que nós, apesar da pobreza extrema em que vivíamos, deviamos nos orgulhar por ser descendentes de nobres, e contava mais ou menos as razões, do que dividávamos um pouco.
  14. Até que, já formado em Direito e advogando, resolvi restaurar o processo de inventário de meu avô materno, Alberto Angelo, que estava parado havia muitos anos por falta de recursos. Na busca por documentos comprobatórios, achei certidões diversas. Uma delas me chamou a atenção: constava que Alberto Angelo era filho de Affonso D'Angelo Visconti. A história de vovó começava a fazer sentido...
  15. O Comendador Affonso D'Angelo Visconti foi rico empresário na hotelaria carioca e possuidor de muitas terras na região de Além Paraíba, em cuja cidade introduziu o bonde como meio de transporte, grande feito para a época em que isso ocorreu. O mais
    importante, é que ele era irmão de sangue do grande pintor Eliseu D'Angelo Visconti, que chegou a ser diretir da Escola Nacional de Belas Artes, no RJ. Perpassando as pinturas de Eliseu Visconti, encontrei "Retrato de meu irmão Affonso" e " Meu sobrinho Alberto.
  16. Achei também um quadro que denominou " a caboclinha ". Estava confirmada a história que vovó sempre contava. Como era ela nascida em Leopoldina, município contíguo a Além Paraíba, e como a pintura tinha os pés descalços, logo imaginei que vovó era a própria caboclinha, que veio a casar-se com Alberto tendo ele apenas 17 anos, a contragosto de Affonso, seu pai, meu bisavô materno. Tudo convergiu para a rerossimilhança do que vovó dizia. Ela nunca se assumiu como a modelo de " a caboclinha ", mas ninguém lhe perguntou, ora... HD
  17. The End
  18. Gostaria saber mais de minha família que imigrou para o Brasil 1912 vindo da Alemanha.antes moravam na Russia em Volienia perto do rio Wolga.Meu bisavô Carlos com 83 anos viúvo,e avô
    Benjamim com 28 anos o irmão do avô Carlos com 43 anos. O nome da bisavó e datas do seu nascimento
  19. Olá Helio! Que história incrível! Gostaria de postá-la aqui no blog, posso? Vou lhe enviar um email para conversarmos sobre os detalhes!
    Abraço!
  20. Olá Agostinho,
    homenagem devida a um grande poeta! Ele pertence à sua família?
  21. Gostaria de conhecer a minha Avore Geneológica o que devo fazer?
  22. Adorei sua história Hélio!
    Me motivou a pesquisar mais sobre a minha história e quem sabe, escrever um livro um dia...? Faça o mesmo! Voce narra muito bem e acho que daria um livro bem gostoso de se ler!
    Incentivei minha a escrever um e assim ela fez. Todos agora, da família, temos o prazer de ler e reler suas histórias encantadoras!
    Abçs
  23. errata: " incentivei minha MÃE"
  24. gostaria de saber mais a respeito dos sobreira,de onde vem.meu sobrenome deveria ser maria das graças lopes sobreira,sobreira por parte de mãe,lopes de pai.tenho ainda muitas questões envolvendo minha familia por parte de mãe.ela veio de pernambuco,da cidade de salgueiro,seus pais eram de são josé do belo monte.faz mais de quarenta anos que lea veio e nem sabe mais nada dos seus parentes....queria saber a origem deste sobrenome.
  25. Gostaria muito de poder escrever mas estou com muita dificuldade de encontrar os ascendentes de meu pai bem como os da minha avó materna, as poucas historias da família que sei me foram contadas por uma filha de escravos que esteve na família até morrer. São apenas fragmentos de uma história.
  26. Estou tentando fazer minha árvore genealógica
    so que não. Sei como.preciso. De ajuda
  27. Bem, estou escrevendo minha história desde 2007. Ainda não conseguir terminar, porque me falta um dado muito importante.
    Quem foi Jose Antonio de Castro, casado pela segunda vez, com minha trisavó materna Thereza Xavier de Farias Castro. Ambos morreram em Pernambuco; ele na década de 1890 e ela na década de 1900.
    Enfim, continuo pesquisando. a árvore genealógica que montei aqui, foi fruto desse trabalho.

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