15    dez 20100 Comentário

Ponto de vista

Em nosso site, na sua árvore existe uma função chamada "corrigir parentesco" que você encontra em "Membros do Site" e depois em "Mais...".

Esta função é bastante interessante quando recebemos um convidado em nossa árvore e pelo fato de não existir nenhum perfil desta pessoa na árvore, fazemos com que ela ocupe um outro perfil. Mais ou menos como "emprestar" um perfil. Se for um parente que a estrutura da árvore ainda não chegou nele e você precisa dos conhecimentos que este parente tem sobre a continuidade de sua árvore, ele ocupa temporariamente um perfil, monta a estrutura e depois se transfere para o seu perfil verdadeiro.

Outra utilidade desta função é você mesmo ocupar, por exemplo, o perfil de seu tataravô e passar a ver a árvore com os olhos de seu antepassado, que, enxergará você como o tataraneto. Assim, pode-se navegar pela árvore com os olhos de outra pessoa. Uma divertida e prática função. Muita gente, as vezes, entra nesta função e se esquece de retornar e corrigir o parentesco então gera gráficos errados, livros errados e acha que existe um grande erro no parentesco pois os primos estão sendo mostrados como sobrinhos.

Olhar o mundo com outros olhos é uma capacidade humana exclusiva, pois depende de você transgredir a regra mais elementar da sobrevivência, anular-se.

"Ponha-se no meu lugar" é uma frase que já virou chavão de muitos discursos e sem dúvida um belo argumento para convencer outra pessoa a rever conceitos. Colocar-se no lugar dos outros as vezes é a melhor forma de entender algumas situações.

A jornalista Angela Dutra Menezes escreveu o livro O Português Que Nos Pariu uma nova maneira de encarar a História. Exatamente como a nossa função "corrigir o parentesco" pois vê o descobrimento do Brasil pelos olhos dos índios, e com muito humor, mostra a História do Brasil sem o rigor dos livros de História. Ou será a história de Portugal?

Capa para o Brasil

O Português que nos Pariu

Record, 150 páginas

Orelha: É como se, sem a menor cerimônia, um audaz grupo de índios pegasse uma piroga e desembarcasse nas margens do Tejo para ver de onde, afinal de contas, tinham saído aqueles homens brancos de hábitos estranhos. Enquanto todos buscam os contornos pretéritos, presentes e pressagos da terra descoberta por Cabral, Angela explica Portugal.

Já tivemos algumas oportunidades de indicar livros aqui em nosso blog, mas esta indicação é para que você dê Natal para uma pessoa bem próxima pois sem dúvida você vai querer ler também. Ou então presente-se.

Ah! não se esqueça de corrigir o parentesco antes de sair da sua árvore.

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